A carga de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN) somou 63.795 MW médios em junho, o que corresponde a um crescimento de 0,4% em relação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta quarta-feira, 31, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Na comparação com maio, a carga teve uma redução de 4,8%, enquanto no acumulado dos últimos 12 meses a carga apresentou uma variação positiva de 2,4% ante o período anterior.
Segundo o operador, o crescimento foi impulsionado pela ocorrência de temperaturas acima da média em todo o País, mas o menor número de dias úteis e o baixo dinamismo da economia limitaram a expansão. Ajustado ao efeito calendário de menor número de dias úteis, a carga apresentou alta de 1,6%.
“Os indicadores recentes da atividade econômica continuam indicando que a retomada do processo de recuperação da economia brasileira deverá ocorrer de maneira gradual. A percepção sobre a situação atual dos negócios na indústria piorou em junho após dois meses de sinais positivos. Já as expectativas continuaram em queda, sinalizando pouca confiança na possibilidade de uma recuperação expressiva do setor no curtíssimo prazo”, afirmou o ONS em seu boletim.
Pelo critério ajustado, o maior aumento da carga na comparação anual foi registrado pelo subsistema Norte, de 4,8%, seguido do Sudeste/Centro-Oeste, com alta de 1,6%, e pelo Nordeste, com mais 1,3%. Já os subsistema Sul anotou carga perto da estabilidade (+0,1%).
Na comparação com o mês anterior, a maior queda foi registrada pelo subsistema Nordeste (-7,5%), seguido pelo subsistema Sudeste/Centro-Oeste (-4,7%) e Sul (-3,9%), enquanto no Norte a queda foi de 1,6%.
Leia mais em: https://www.istoedinheiro.com.br/carga-de-energia-eletrica-cresce-04-em-junho-ante-junho-de-2018-diz-ons/
quarta-feira, 31 de julho de 2019
terça-feira, 30 de julho de 2019
CCEE: preço médio em 2019 deve ficar em R$ 176/MWh
O PLD médio de 2019 deverá ficar em R$ 176/MWh. A previsão foi feita no evento mensal do InfoPLD, realizado na última segunda-feira, 29 de julho. O valor está acima do previsto na última previsão do InfoPLD, que era de R$ 148/ MWh. O GSF para 2019 fica em 83%, recuando da previsão anterior, de 86%. O InfoPLD mostrou ainda que o preço médio em julho de 2019 ficou em R$ 185,52/MWh no Sudeste/ Centro-Oeste e no Sul e em R$ 177,49/MWh no Norte e no Nordeste. Em agosto, a previsão de preço é de R$ 192/ MWh em todos os submercados.
A carga do Sistema Interligado Nacional em julho deste ano ficou 1.544 MW med abaixo do previsto pelo Programa Mensal da Operação de Julho de 2019. A energia natural afluente no sudeste em julho ficou 85%, acima dos 80% esperados. No Sul, a ENA de 62% superou a expectativa de 63%. No Nordeste, os 47% também ficaram pouco acima dos 46% esperados para o mês, enquanto no Norte, a ENA de 86% fico abaixo dos 88% previstos.
O ajuste do mecanismo de realocação de energia é de 83,3%. A previsão anterior era de 85,8%. Em julho, ele ficou em 55,6% em agosto, de 54,3%. O ajuste do MRE para repactuação para julho ficou em 70,5% e para agosto, de 71,4%. De acordo com a previsão feita pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, a previsão do impacto financeiro gerado entre a energia alocada no MRE e o total da garantia física do mecanismo em 2019 é de R$ 10 bilhões, sendo R$ 8 bilhões do mercado regulado e R$ 2 bilhões do mercado livre. Em julho, os Encargos de Serviço do Sistema ficam em R$ 39 milhões devido a restrições elétricas enquanto em agosto eles recuam para R$ 240 mil.
A CCEE anunciou para dia 9 de agosto a próxima reunião da força tarefa do Dessem, em que haverá uma apresentação da representação de segurança elétrica associada ao intercâmbio do submercado Norte e da Reserva de Potência Operativa de importação do submercado Nordeste; a apresentação do processo de elaboração das execuções diárias do Dessem, com rede elétrica, no ONS e apresentação e distribuição dos testes das funcionalidades de rampa de fluxo.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53106618/ccee-preco-medio-em-2019-deve-ficar-em-r-176mwh
segunda-feira, 29 de julho de 2019
Investimentos da State Grid em P&D na China devem chegar a US$ 1,4 bilhão em 2019
A State Grid da China deve fazer em 2019 um investimento de US$ 1,4 bilhão em Pesquisa & Desenvolvimento. De acordo com Chang Zhingjiao, CEO da State Grid Brazil Holding, esse valor é superior ao de 2018, de US$ 1,2 bilhão. O valor será aplicado na China, mas os países em que ela opera, como o Brasil, poderão usufruir dos benefícios dos resultados desses investimentos. O executivo participou nesta sexta-feira, 26 de julho, de evento comemorativo aos 45 anos das Relações Diplomáticas Brasil-China promovido pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI).
Esses investimentos na China serão destinados a temas como smart grid e controle do sistema. Zhongjiaou também prometeu que a empresa deve realizar nos próximos cinco anos investimentos de R$ 65 milhões em P&D no Brasil. Segundo ele, a transmissão de energias renováveis na região Nordeste é um tema que merece estudos do setor. Em abril, ela finalizou as obras do segundo bipolo da UHE Belo Monte. Com investimentos de R$ 8,77 bilhões, o empreendimento de 2.539 quilômetros de extensão começa em Anapu (PA) e passa ainda pelos estados do Tocantins, Goiás e Minas Gerais.
A transmissora chinesa estuda participar do próximo leilão de transmissão que será realizado no fim do ano. O executivo chinês não descarta aquisições de ativos à venda no setor. Esta semana, a Eletrobras colocou à venda participação em uma transmissora. Anteriormente, a empresa já havia revelado que poderia ter projetos tanto brownfield quanto greenfield no país. Zhongjiaou também deixou a entender que a estatal chinesa quer estar presente em vários estados do Brasil e não apenas em uma região específica.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53106529/investimentos-da-state-grid-em-pd-na-china-devem-chegar-a-us-14-bilhao-em-2019
Esses investimentos na China serão destinados a temas como smart grid e controle do sistema. Zhongjiaou também prometeu que a empresa deve realizar nos próximos cinco anos investimentos de R$ 65 milhões em P&D no Brasil. Segundo ele, a transmissão de energias renováveis na região Nordeste é um tema que merece estudos do setor. Em abril, ela finalizou as obras do segundo bipolo da UHE Belo Monte. Com investimentos de R$ 8,77 bilhões, o empreendimento de 2.539 quilômetros de extensão começa em Anapu (PA) e passa ainda pelos estados do Tocantins, Goiás e Minas Gerais.
A transmissora chinesa estuda participar do próximo leilão de transmissão que será realizado no fim do ano. O executivo chinês não descarta aquisições de ativos à venda no setor. Esta semana, a Eletrobras colocou à venda participação em uma transmissora. Anteriormente, a empresa já havia revelado que poderia ter projetos tanto brownfield quanto greenfield no país. Zhongjiaou também deixou a entender que a estatal chinesa quer estar presente em vários estados do Brasil e não apenas em uma região específica.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53106529/investimentos-da-state-grid-em-pd-na-china-devem-chegar-a-us-14-bilhao-em-2019
sexta-feira, 26 de julho de 2019
Relatório indica que Brasil é o mercado fotovoltaico mais interessante da AL
Relatório publicado pela Wood Mackenzie Power & Renewables indica que as instalações solares terão um alta de 114,5 GW este ano, subindo 17,5% na comparação com 2018. A expectativa é de crescimento no mercado após desaceleração em 2018. O relatório diz anda os países que instalam de 1 a 5 GW de capacidade solar serão os motores de crescimento do mercado. O estudo mostra que na América Latina, o Brasil parece ser atualmente o mercado mais interessante, com PPAs leiloados com distribuidores e contratos de mercado livre com grandes consumidores em oferta. Espera-se que as instalações anuais subam para cerca de 125 GW por ano o início de 2020.
O leilão A-4, realizado em junho, fez com que o Brasil ultrapassasse o México com o menor preço encontrado no mundo. A Enerlife/Lightsource BP recebeu um contrato para a UFV Milagres por apenas US$ 16,95 /MWh. O valor é US$ 2/MWh menor do que os US$ 18,93 /MWh concedidos em 2017 ao projeto Pachamama da Neon no México.
De acordo com Tom Heggarty, analista de pesquisa sênior Mackenzie, o crescimento global continuará apesar de desaceleração na China, o maior mercado fotovoltaico. O mercado chinês atingiu 53 GW em 2017, impulsionado por tarifas feed-in generosas. Um movimento em direção à aquisição mais competitiva de energia solar fotovoltaica levará a aumentos anuais de 30 a 40 GW. Países como Arábia Saudita, Taiwan e França vão aparecer como novos nomes. Na Índia, os certames estão começando a se recuperar após uma desaceleração causada por restrições de terra e transmissão.
Ainda de acordo com o relatório, a China anunciou recentemente os resultados do seu primeiro leilão de energia solar fotovoltaica. Houve um escalonamento de 22,8 GW de projetos adjudicados no leilão inaugural. Este é de longe o maior leilão concluído do mundo, sendo o segundo maior prêmio de 3,9 GW de energia solar fotovoltaica na Espanha durante julho de 2017. Os projetos devem ser conectados até o final de 2019. No Oriente Médio, todos os olhos estão voltados para o próximo leilão de 1,5 GW na Arábia Saudita, que deve ser extremamente competitivo. Nos EUA, anúncios de novos Planos de Recursos Integrados na Flórida são boas notícias para o mercado solar.
“Os leilões continuarão a ser o motor do crescimento em muitos mercados fotovoltaicos globais. Esperamos ver 90 GW de projetos de energia solar fotovoltaica concedidos contratos através de leilões em 2019, acima de 81 GW em 2018.”, diz o relatório.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53106370/relatorio-indica-que-brasil-e-mercado-fotovoltaico-mais-interessante-da-al
O leilão A-4, realizado em junho, fez com que o Brasil ultrapassasse o México com o menor preço encontrado no mundo. A Enerlife/Lightsource BP recebeu um contrato para a UFV Milagres por apenas US$ 16,95 /MWh. O valor é US$ 2/MWh menor do que os US$ 18,93 /MWh concedidos em 2017 ao projeto Pachamama da Neon no México.
De acordo com Tom Heggarty, analista de pesquisa sênior Mackenzie, o crescimento global continuará apesar de desaceleração na China, o maior mercado fotovoltaico. O mercado chinês atingiu 53 GW em 2017, impulsionado por tarifas feed-in generosas. Um movimento em direção à aquisição mais competitiva de energia solar fotovoltaica levará a aumentos anuais de 30 a 40 GW. Países como Arábia Saudita, Taiwan e França vão aparecer como novos nomes. Na Índia, os certames estão começando a se recuperar após uma desaceleração causada por restrições de terra e transmissão.
Ainda de acordo com o relatório, a China anunciou recentemente os resultados do seu primeiro leilão de energia solar fotovoltaica. Houve um escalonamento de 22,8 GW de projetos adjudicados no leilão inaugural. Este é de longe o maior leilão concluído do mundo, sendo o segundo maior prêmio de 3,9 GW de energia solar fotovoltaica na Espanha durante julho de 2017. Os projetos devem ser conectados até o final de 2019. No Oriente Médio, todos os olhos estão voltados para o próximo leilão de 1,5 GW na Arábia Saudita, que deve ser extremamente competitivo. Nos EUA, anúncios de novos Planos de Recursos Integrados na Flórida são boas notícias para o mercado solar.
“Os leilões continuarão a ser o motor do crescimento em muitos mercados fotovoltaicos globais. Esperamos ver 90 GW de projetos de energia solar fotovoltaica concedidos contratos através de leilões em 2019, acima de 81 GW em 2018.”, diz o relatório.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53106370/relatorio-indica-que-brasil-e-mercado-fotovoltaico-mais-interessante-da-al
quinta-feira, 25 de julho de 2019
Carga de energia tem corte de 489 MW médios para 2019
A lenta recuperação da atividade econômica segue impactando negativamente o desempenho do consumo de energia elétrica no Brasil. Dados divulgados nesta quarta-feira, 24 de julho, apontam que a previsão de crescimento da carga de energia neste ano caiu para 2,7%, ante uma variação positiva esperada em 3,4%.
Em montantes de energia, a carga que estava inicialmente prevista para ser de 68.827 MW médios ficou em 68.338 MW médios (-489 MW médios). Os números foram divulgados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (ONS) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
“A queda na previsão da carga reflete o ritmo abaixo do esperado para a recuperação da economia. A projeção de crescimento do PIB em 2019 passou de 2,2% para 0,9%. O cenário macroeconômico pós 2020 foi mantido”, disse o ONS em nota divulgada à imprensa. A soma do corte acumulado entre os anos de 2020 e 2023 representou uma redução de 2 GW médios na carga de energia do país.
As principais premissas da 2ª Revisão Quadrimestral da Carga para o Planejamento Anual da Operação Energética 2019-2023 considerou que a situação fiscal do país será um limitante para a recuperação do crescimento econômico; os investimentos mais significativos deverão ocorrer nos próximos anos, com destaque para o setor de infraestrutura.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53106266/carga-de-energia-tem-corte-de-489-mw-medios-para-2019
Em montantes de energia, a carga que estava inicialmente prevista para ser de 68.827 MW médios ficou em 68.338 MW médios (-489 MW médios). Os números foram divulgados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (ONS) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
“A queda na previsão da carga reflete o ritmo abaixo do esperado para a recuperação da economia. A projeção de crescimento do PIB em 2019 passou de 2,2% para 0,9%. O cenário macroeconômico pós 2020 foi mantido”, disse o ONS em nota divulgada à imprensa. A soma do corte acumulado entre os anos de 2020 e 2023 representou uma redução de 2 GW médios na carga de energia do país.
As principais premissas da 2ª Revisão Quadrimestral da Carga para o Planejamento Anual da Operação Energética 2019-2023 considerou que a situação fiscal do país será um limitante para a recuperação do crescimento econômico; os investimentos mais significativos deverão ocorrer nos próximos anos, com destaque para o setor de infraestrutura.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53106266/carga-de-energia-tem-corte-de-489-mw-medios-para-2019
quarta-feira, 24 de julho de 2019
Leilões de energia deverão ter novas regras a partir de 2020, diz MME
Os leilões para a contratação de nova capacidade de geração de energia poderão passar por mudanças nas regras a partir do próximo ano, disse o secretário de Planejamento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME), Reive Barros. Segundo o executivo, o novo governo teve o cuidado em manter, neste ano, as mesmas regras utilizadas em 2018. No entanto, deverá ser aberta uma audiência pública – com propostas de mudanças nas diretrizes dos leilões- para que os agentes possam participar desse processo.
“Em 2019 mantivemos, mas em 2020 e 2021 poderemos ter mudanças substanciais nas diretrizes dos leilões”, disse Barros nesta terça-feira, 23 de julho, após participar de evento de energia em São Paulo.
Barros destacou que o novo mercado de gás fará uma revolução no suprimento energético do país, permitindo que termelétricas e os setores industrial e comercial substituam combustíveis poluentes e caros pelo gás natural. Em dez anos, o Brasil deverá estar entre os dez maiores produtores de gás natural do mundo.
A demanda do gás natural passa pelo setor elétrico. Segundo o Plano Decenal de Energia (PDE), o Brasil precisa adicionar 13,8 GW de térmicas. Além disso, existem térmicas a óleo combustível (5GW) cujos contratos vencem entre 2022 e 2025. A ideia é que essas usinas tenham o combustível substituído pelo gás natural. Barros não soube dizer como será feita essa contratação, mas disse que o tema está sendo estudado pela equipe de planejamento energético.
“Precisamos dar as condições necessárias para que haja demanda para utilizar o gás do pré-sal e importado, porque a competição é importante. Para isso, tem que haver estimulo na produção do gás, no transporte, na distribuição e na comercialização do gás”, explicou o executivo do MME.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53106119/leiloes-de-energia-deverao-ter-novas-regras-a-partir-de-2020-diz-mme
“Em 2019 mantivemos, mas em 2020 e 2021 poderemos ter mudanças substanciais nas diretrizes dos leilões”, disse Barros nesta terça-feira, 23 de julho, após participar de evento de energia em São Paulo.
Barros destacou que o novo mercado de gás fará uma revolução no suprimento energético do país, permitindo que termelétricas e os setores industrial e comercial substituam combustíveis poluentes e caros pelo gás natural. Em dez anos, o Brasil deverá estar entre os dez maiores produtores de gás natural do mundo.
A demanda do gás natural passa pelo setor elétrico. Segundo o Plano Decenal de Energia (PDE), o Brasil precisa adicionar 13,8 GW de térmicas. Além disso, existem térmicas a óleo combustível (5GW) cujos contratos vencem entre 2022 e 2025. A ideia é que essas usinas tenham o combustível substituído pelo gás natural. Barros não soube dizer como será feita essa contratação, mas disse que o tema está sendo estudado pela equipe de planejamento energético.
“Precisamos dar as condições necessárias para que haja demanda para utilizar o gás do pré-sal e importado, porque a competição é importante. Para isso, tem que haver estimulo na produção do gás, no transporte, na distribuição e na comercialização do gás”, explicou o executivo do MME.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53106119/leiloes-de-energia-deverao-ter-novas-regras-a-partir-de-2020-diz-mme
terça-feira, 23 de julho de 2019
GreenYellow investe mais de R$ 18 milhões em UFVs para rede atacadista
Oito lojas da rede de atacado de autosserviço Assaí Atacadista já contam com sistemas fotovoltaicos de 4,5 MWp que produzem cerca de 25% da energia que consomem, o que representará mais de 6.600 MWh por ano, volume equivalente ao consumo de 3.400 residências. O projeto para implantação das usinas contou com investimentos de mais de R$ 18 milhões da GreenYellow, empresa especializada em Gestão Inteligente de Energia e soluções de Eficiência Energética, Energia Solar e Monitoramento.
Quanto ao viés ambiental, com instalação das UFVs as unidades deixarão de emitir futuramente 530 toneladas de CO2 na atmosfera, o que corresponde a 3 mil árvores. Assim, a parceria permite ao Assaí consolidar sua posição de frente na utilização de soluções de excelência ambiental, sustentável e viável economicamente. As primeiras unidades a receberem os telhados solares foram Rio de Janeiro, Cabo Frio e Duque de Caxias (RJ); Goiânia e Rio Verde (GO); Várzea Grande (MT); Londrina (PR) e Ananindeua (PA).
Mais do que uma tendência, a rede acompanha a crescente demanda de toda a sociedade mundial de consumir, comercializar e fazer parcerias com empresas comprometidas com a manutenção do ciclo de vida no planeta. De acordo com Marly Lopes, Diretora de Marketing e Sustentabilidade do Assaí, o objetivo do grupo é empreender uma mudança de paradigma na empresa, ao passar a utilizar soluções sustentáveis nas operações, não só no âmbito energético, mas em toda cadeia do negócio. “Ao optar pela utilização de usinas fotovoltaicas instaladas nos telhados de nossas lojas, contribuímos para o uso de soluções renováveis e limpa, reduzindo os impactos ambientais”, declarou.
Ao todo são mais de 13.900 módulos fotovoltaicos instalados nas oito unidades da rede, somando uma área de aproximadamente 28 mil/m2 para produção de energia captada dos raios solares. A primeira unidade preparada para receber os sistemas foi o Assaí Cristo Rei, em Várzea Grande, Mato Grosso. Inaugurada em 2017, a loja recebeu 1.140 painéis com potência instalada de 302 KWp, equivalente ao consumo de 240 residências, para abastecer o consumo das ilhas de refrigeração e frentes de caixa da loja. As maiores usinas solares da rede, construída em telhado, são das unidades de Goiânia e Rio Verde, em Goiás, e da cidade do Rio de Janeiro, em Jacarepaguá, com 921,6 kWp, 702 kWp e 995 kWp, respectivamente.
A UFV na unidade Jacarepaguá, Rio de Janeiro, Assaí Ayrton Sena, entrou em funcionamento em maio deste ano, com mais de 3 mil painéis em uma área de aproximadamente 6 mil m2 e potência instalada de 995 KWp. Em apenas um ano, o empreendimento deve gerar energia limpa equivalente ao consumo de 729 residências médias e deixará de emitir cerca de 110 toneladas de resíduos e CO2 na atmosfera. Em um ano, 35% da demanda por eletricidade será proveniente da energia solar, segundo estimativas da rede, que paga um aluguel para a GreenYellow pela implementação do sistema fotovoltaico.
Para o diretor presidente da GreenYellow no Brasil, Pierre-Yves Mourgue, as soluções de energia sustentáveis como as usinas solares são importantes para trazer autonomia para as empresas, a fim de manter operações cada vez mais limpas e renováveis. “O quanto a empresa respeita e faz ações de acordo com a sustentabilidade do planeta é uma questão que já está sendo discutida pelas corporações”, citando a rede Assaí como exemplo de sintonia com a filosofia de trabalho de oferecer modelos energéticos cada vez mais eficientes e sustentáveis.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53105935/greenyellow-investe-mais-de-r-18-milhoes-em-ufvs-para-rede-atacadista
Quanto ao viés ambiental, com instalação das UFVs as unidades deixarão de emitir futuramente 530 toneladas de CO2 na atmosfera, o que corresponde a 3 mil árvores. Assim, a parceria permite ao Assaí consolidar sua posição de frente na utilização de soluções de excelência ambiental, sustentável e viável economicamente. As primeiras unidades a receberem os telhados solares foram Rio de Janeiro, Cabo Frio e Duque de Caxias (RJ); Goiânia e Rio Verde (GO); Várzea Grande (MT); Londrina (PR) e Ananindeua (PA).
Mais do que uma tendência, a rede acompanha a crescente demanda de toda a sociedade mundial de consumir, comercializar e fazer parcerias com empresas comprometidas com a manutenção do ciclo de vida no planeta. De acordo com Marly Lopes, Diretora de Marketing e Sustentabilidade do Assaí, o objetivo do grupo é empreender uma mudança de paradigma na empresa, ao passar a utilizar soluções sustentáveis nas operações, não só no âmbito energético, mas em toda cadeia do negócio. “Ao optar pela utilização de usinas fotovoltaicas instaladas nos telhados de nossas lojas, contribuímos para o uso de soluções renováveis e limpa, reduzindo os impactos ambientais”, declarou.
Ao todo são mais de 13.900 módulos fotovoltaicos instalados nas oito unidades da rede, somando uma área de aproximadamente 28 mil/m2 para produção de energia captada dos raios solares. A primeira unidade preparada para receber os sistemas foi o Assaí Cristo Rei, em Várzea Grande, Mato Grosso. Inaugurada em 2017, a loja recebeu 1.140 painéis com potência instalada de 302 KWp, equivalente ao consumo de 240 residências, para abastecer o consumo das ilhas de refrigeração e frentes de caixa da loja. As maiores usinas solares da rede, construída em telhado, são das unidades de Goiânia e Rio Verde, em Goiás, e da cidade do Rio de Janeiro, em Jacarepaguá, com 921,6 kWp, 702 kWp e 995 kWp, respectivamente.
A UFV na unidade Jacarepaguá, Rio de Janeiro, Assaí Ayrton Sena, entrou em funcionamento em maio deste ano, com mais de 3 mil painéis em uma área de aproximadamente 6 mil m2 e potência instalada de 995 KWp. Em apenas um ano, o empreendimento deve gerar energia limpa equivalente ao consumo de 729 residências médias e deixará de emitir cerca de 110 toneladas de resíduos e CO2 na atmosfera. Em um ano, 35% da demanda por eletricidade será proveniente da energia solar, segundo estimativas da rede, que paga um aluguel para a GreenYellow pela implementação do sistema fotovoltaico.
Para o diretor presidente da GreenYellow no Brasil, Pierre-Yves Mourgue, as soluções de energia sustentáveis como as usinas solares são importantes para trazer autonomia para as empresas, a fim de manter operações cada vez mais limpas e renováveis. “O quanto a empresa respeita e faz ações de acordo com a sustentabilidade do planeta é uma questão que já está sendo discutida pelas corporações”, citando a rede Assaí como exemplo de sintonia com a filosofia de trabalho de oferecer modelos energéticos cada vez mais eficientes e sustentáveis.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53105935/greenyellow-investe-mais-de-r-18-milhoes-em-ufvs-para-rede-atacadista
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