O mercado de energia não deixa mais espaço para o greenwashing ou para o discurso de sustentabilidade puramente focado em marketing.
Hoje, os critérios ESG deixaram de ser um diferencial de imagem institucional para se tornarem métricas de sobrevivência regulatória, competitividade e, acima de tudo, acesso a crédito.
Grandes fundos e parceiros estratégicos não compram mais apenas a narrativa; eles auditam a governança.
O crescimento sustentável só é viável quando duas frentes caminham juntas:
• Rentabilidade econômica real: o projeto precisa se pagar e gerar margem previsível.
• Responsabilidade estrutural: processos transparentes que mitiguem riscos ambientais e regulatórios.
A sustentabilidade agora é tratada como estratégia de negócio e gestão de riscos, não como acessório corporativo.
Qual a sua visão sobre isso?





