A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou em reunião nesta terça-feira o edital do próximo leilão de energia A-4, que em 28 de junho contratará novas usinas de geração para entrada em operação a partir de 2023, bem como os preços-teto para a licitação.
O certame, que visa atender à demanda futura das distribuidoras, que atendem os consumidores finais, oferecerá aos projetos vencedores contratos de longo prazo a partir de preços-teto que devem cair em meio à competição entre os investidores pelos negócios.
As usinas à biomassa terão o maior preço inicial da licitação, a 311 reais por megawatt-hora, contra 329 reais por MWh no último certame A-4, realizado em abril do ano passado.
Os projetos hidrelétricos terão preço-teto de 288 reais, contra 291 reais no ano passado.
Para os parques eólicos o preço inicial será de 208 reais, contra 255 reais no leilão anterior, enquanto para as usinas solares o teto será de 276 reais, contra 312 reais antes.
As usinas hídricas vencedoras assinarão contratos de 30 anos, enquanto as demais fontes terão contratos de 20 anos.
Todos os empreendimentos serão contratados na modalidade por quantidade de energia, em que as usinas se comprometem com a entrega de uma produção específica, à exceção das usinas à biomassa, que terão contratos por disponibilidade.
Projetos já outorgados e com contratos também poderão participar do certame, mas deverão negociar a preços mais baixos.
Para as hidrelétricas existentes, o teto será de 156,56 reais ou 225,37 reais no caso de pequenas usinas hídricas (PCHs ou CGHs). As eólicas com contrato terão preço inicial de 173,08 reais.
Estão cadastrados para o leilão A-4 um total de 1.581 projetos, que somam capacidade total de 51,2 gigawatts. O predomínio é de solares e eólicas, com 751 empreendimentos cada e, respectivamente, 26,2 GW e 23,1 GW.
No ano passado, no entanto, o certame contratou usinas com um total de 1 gigawatt em capacidade, com a demanda afetada por uma economia ainda em lenta recuperação no Brasil.
Leia mais em: https://extra.globo.com/noticias/economia/aneel-aprova-regras-precos-teto-para-leilao-de-energia-4-em-28-de-junho-23700498.html
sexta-feira, 31 de maio de 2019
quinta-feira, 30 de maio de 2019
BNDES analisa 2,7 GW em projetos de energia para o mercado livre
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem em carteira 13 projetos de energia destinados a venda de energia no mercado livre, que juntos somam 2,7 GW de capacidade instalada, sendo 818 MW oriundos de projetos eólicos. O dado foi apresentado pelo presidente do banco, Joaquim Levy, durante participação no maior evento de energia eólica na América Latina, o Brazil Windpower, nesta quarta-feira, 29 de maio, em São Paulo.
O desenvolvimento de projetos para o mercado livre tem se tornado uma saída para o setor, na medida em que a demanda do mercado regulado tem se mantido baixa por conta do fraco desempenho da economia do país. No entanto, os empreendedores encontram dificuldades para conseguir financiamentos para os projetos destinados ao mercado livre.
Levy garantiu que o banco seguirá apoiando a energia renovável, tanto por conta da sua contribuição ambiental quando pela geração de empregos dessa indústria, importante para retomada do crescimento do PIB. “Minha perspectiva é que a gente passe a olhar cada vez mais para esse tipo de financiamento como olhamos para qualquer empreendimento comercial. Quando empresto para a Suzano, ela não tem nenhum contrato com o órgão regulador”, disse.
“A gente tem que ter uma análise de mercado, perspectiva de crescimento da demanda, claro que vamos ter que olhar com clareza para o business model da empresa, capacidade financeira, relacionamento com potenciais clientes, valores dos contratos. Tudo isso é administrável”, disse o presidente do BNDES.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53100757/bndes-analisa-27-gw-em-projetos-de-energia-para-o-mercado-livre
O desenvolvimento de projetos para o mercado livre tem se tornado uma saída para o setor, na medida em que a demanda do mercado regulado tem se mantido baixa por conta do fraco desempenho da economia do país. No entanto, os empreendedores encontram dificuldades para conseguir financiamentos para os projetos destinados ao mercado livre.
Levy garantiu que o banco seguirá apoiando a energia renovável, tanto por conta da sua contribuição ambiental quando pela geração de empregos dessa indústria, importante para retomada do crescimento do PIB. “Minha perspectiva é que a gente passe a olhar cada vez mais para esse tipo de financiamento como olhamos para qualquer empreendimento comercial. Quando empresto para a Suzano, ela não tem nenhum contrato com o órgão regulador”, disse.
“A gente tem que ter uma análise de mercado, perspectiva de crescimento da demanda, claro que vamos ter que olhar com clareza para o business model da empresa, capacidade financeira, relacionamento com potenciais clientes, valores dos contratos. Tudo isso é administrável”, disse o presidente do BNDES.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53100757/bndes-analisa-27-gw-em-projetos-de-energia-para-o-mercado-livre
quarta-feira, 29 de maio de 2019
Brasil apoiará energia renovável, mas ainda não prevê abandonar carvão, diz ministro
O Brasil continuará apoiando investimentos em fontes renováveis de energia, mas ainda não há planos no país para se abandonar a geração termelétrica a carvão, disse nesta terça-feira (28) o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.
Embora países como Alemanha e França venham anunciando planos de fechar usinas a carvão no médio e longo prazo, o Brasil espera que a fonte possa ao menos manter a estabilidade de sua participação na matriz na próxima década, acrescentou Albuquerque.
"Nós não podemos descartar nenhuma das fontes", disse o ministro a jornalistas, destacando que o carvão é importante para a economia da região Sul do país e por isso projetos da fonte deverão continuar aptos a participar dos próximos leilões do governo para contratação de novos empreendimentos.
"Hoje o carvão é cerca de 1,9% da matriz (elétrica do Brasil) e deverá permanecer nesse patamar pelos próximos 10 anos. Vai ter espaço para o carvão, para ele manter a base dele", afirmou, nos bastidores de um evento do setor elétrico em São Paulo.
Após essa década, no entanto, o futuro da fonte dependerá da tecnologia, disse o ministro, ressaltando no entanto que acredita em um futuro mais limpo para essas usinas.
"Tive oportunidade na última sexta-feira de ir a Criciúma visitar um centro de pesquisa (em carvão)... fui conhecer lá uma planta justamente de absorção de CO2. Isso mostra que ainda é uma atividade econômica sustentável, que está se tornando mais limpa", comentou Albuquerque.
O governo da França tem planos de fechar todas as térmicas que usam o combustível fóssil no país até 2022, enquanto o Reino Unido, onde foi instalada a primeira usina elétrica a carvão do mundo, nos anos 1880, pretende fazer o mesmo até 2025. A Alemanha trabalha com uma meta de prazo mais longo, com expectativa de acabar com as usinas a carvão até 2038.
EÓLICAS E PEQUENAS HIDRELÉTRICAS
Apesar da fala sobre carvão, o ministro de Minas e Energia destacou o forte crescimento da geração com fontes renováveis no Brasil, puxado por uma acelerada expansão das eólicas a partir de 2009, quando foi realizado um primeiro leilão do governo federal voltado exclusivamente a usinas da fonte.
Nesse período, segundo Albuquerque, a indústria recebeu investimentos de cerca de 145 bilhões de reais, o que levou as usinas eólicas a uma capacidade total de cerca de 15 gigawatts no Brasil, o equivalente a 9% do parque gerador do país.
"O Brasil foi o quinto país do mundo que mais instalou eólicas em 2018, e a indústria eólica desempenha um papel importante na economia do país", afirmou.
A indústria eólica gera atualmente 190 mil postos de trabalho no país, segundo dado citado pelo ministro, com diversas fabricantes do setor tendo instalado unidades locais, incluindo as gigantes Vestas, GE, Siemens Gamesa e Nordex-Acciona.
Essas fábricas no Brasil montam turbinas eólicas com cerca de 80% de conteúdo local, destacou Albuquerque.
O ministro disse também que o presidente Jair Bolsonaro tem "um carinho especial" pelas pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), usinas com até 30 megawatts em capacidade.
Atualmente, existem cerca de 526 projetos de PCHs já avaliados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que somariam uma capacidade instalada de 7.800 megawatts, e Bolsonaro quer tirar esse potencial do papel, segundo Albuquerque.
"Para viabilizar a implantação desses empreendimentos, serão realizadas pelo ministério ações junto aos órgãos ambientais, bem como junto ao Ministério Público, visando demonstrar o benefício que a implantação destes trará aos Estados", disse.
De acordo com ele, esses esforços serão realizados a partir de junho, com foco nos Estados de Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Leia mais em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/05/brasil-apoiara-energia-renovavel-mas-ainda-nao-preve-abandonar-carvao-diz-ministro.shtml
Embora países como Alemanha e França venham anunciando planos de fechar usinas a carvão no médio e longo prazo, o Brasil espera que a fonte possa ao menos manter a estabilidade de sua participação na matriz na próxima década, acrescentou Albuquerque.
"Nós não podemos descartar nenhuma das fontes", disse o ministro a jornalistas, destacando que o carvão é importante para a economia da região Sul do país e por isso projetos da fonte deverão continuar aptos a participar dos próximos leilões do governo para contratação de novos empreendimentos.
"Hoje o carvão é cerca de 1,9% da matriz (elétrica do Brasil) e deverá permanecer nesse patamar pelos próximos 10 anos. Vai ter espaço para o carvão, para ele manter a base dele", afirmou, nos bastidores de um evento do setor elétrico em São Paulo.
Após essa década, no entanto, o futuro da fonte dependerá da tecnologia, disse o ministro, ressaltando no entanto que acredita em um futuro mais limpo para essas usinas.
"Tive oportunidade na última sexta-feira de ir a Criciúma visitar um centro de pesquisa (em carvão)... fui conhecer lá uma planta justamente de absorção de CO2. Isso mostra que ainda é uma atividade econômica sustentável, que está se tornando mais limpa", comentou Albuquerque.
O governo da França tem planos de fechar todas as térmicas que usam o combustível fóssil no país até 2022, enquanto o Reino Unido, onde foi instalada a primeira usina elétrica a carvão do mundo, nos anos 1880, pretende fazer o mesmo até 2025. A Alemanha trabalha com uma meta de prazo mais longo, com expectativa de acabar com as usinas a carvão até 2038.
EÓLICAS E PEQUENAS HIDRELÉTRICAS
Apesar da fala sobre carvão, o ministro de Minas e Energia destacou o forte crescimento da geração com fontes renováveis no Brasil, puxado por uma acelerada expansão das eólicas a partir de 2009, quando foi realizado um primeiro leilão do governo federal voltado exclusivamente a usinas da fonte.
Nesse período, segundo Albuquerque, a indústria recebeu investimentos de cerca de 145 bilhões de reais, o que levou as usinas eólicas a uma capacidade total de cerca de 15 gigawatts no Brasil, o equivalente a 9% do parque gerador do país.
"O Brasil foi o quinto país do mundo que mais instalou eólicas em 2018, e a indústria eólica desempenha um papel importante na economia do país", afirmou.
A indústria eólica gera atualmente 190 mil postos de trabalho no país, segundo dado citado pelo ministro, com diversas fabricantes do setor tendo instalado unidades locais, incluindo as gigantes Vestas, GE, Siemens Gamesa e Nordex-Acciona.
Essas fábricas no Brasil montam turbinas eólicas com cerca de 80% de conteúdo local, destacou Albuquerque.
O ministro disse também que o presidente Jair Bolsonaro tem "um carinho especial" pelas pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), usinas com até 30 megawatts em capacidade.
Atualmente, existem cerca de 526 projetos de PCHs já avaliados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que somariam uma capacidade instalada de 7.800 megawatts, e Bolsonaro quer tirar esse potencial do papel, segundo Albuquerque.
"Para viabilizar a implantação desses empreendimentos, serão realizadas pelo ministério ações junto aos órgãos ambientais, bem como junto ao Ministério Público, visando demonstrar o benefício que a implantação destes trará aos Estados", disse.
De acordo com ele, esses esforços serão realizados a partir de junho, com foco nos Estados de Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Leia mais em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/05/brasil-apoiara-energia-renovavel-mas-ainda-nao-preve-abandonar-carvao-diz-ministro.shtml
terça-feira, 28 de maio de 2019
Brasil precisará de 20 GW para mobilidade elétrica nos próximos 12 anos, diz executivo
O Brasil precisará adicionar mais 20 GW em capacidade instalada apenas para atender a demanda gerada pela mobilidade elétrica nos próximos 12 anos, disse Mário Araripe, presidente da Casa dos Ventos, durante sua participação na 10ª edição do Brazil Windpower, nesta terça-feira, 28 de maio, em São Paulo. Um dos pioneiros da energia eólica no Brasil, Araripe acredita que o futuro da matriz elétrica será energia composta pelas fontes eólicas e solares e sistemas de armazenamento com baterias.
No entanto, para o presidente da consultoria Camargo Schubert, Odilon Camargo, as tecnologias de baterias ainda não estão maduras para permitir um crescimento acelerado da mobilidade elétrica no Brasil. Ele destacou a vida útil curta e o alto custo de substituição das baterias. A infraestrutura brasileira também precisaria avançar muito para fornecer uma oferta de postos de abastecimento para os carros elétricos assim como temos para veículos a combustível. Além disso, a matriz elétrica brasileira ainda usa combustíveis fósseis para geração de energia e uma frota de veículos elétricos pode aumentar o uso de fontes poluentes.
Também presente no evento, Bento Koike, fundador da fabricante de pás Tecsis, descordou de Odilon e disse que tem vistos muitos avanços no setor de baterias que podem superar essas dificuldades em um espaço curto de tempo.
PONTOS DE ATENÇÃO
Araripe também falou que a regulação e a transmissão são pontos que precisam de atenção por parte do mercado eólico. O potencial eólico está no Nordeste e o principal centro de consumo é no Sudeste, o que deve demandar uma expansão da infraestrutura de transmissão para permitir a construção de novos projetos eólicos e escoar a energia produzida.
Para ele, o gargalo da expansão da matriz em caso de crescimento econômico do Brasil estará na transmissão. “Se quiser fazer um hedge para esse crescimento, é preciso iniciar a expansão da transmissão logo”, acrescentou o presidente da Casa dos Ventos. Araripe também falou que no curto e médio prazo, não acredita no desenvolvimento do mercado de eólicas no mar (offshore). “Você não precisa ir para o mar para ter um vento tão bom”, disse.
O Brazil Windpower é realizado pela Informa Markets| CanalEnergia em uma parceria com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e o Conselho Global de Energia Eólica (GWEC) e vai até a próxima quinta-feira, 30 de maio.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53100522/brasil-precisara-de-20-gw-para-mobilidade-eletrica-nos-proximos-12-anos-diz-executivo
No entanto, para o presidente da consultoria Camargo Schubert, Odilon Camargo, as tecnologias de baterias ainda não estão maduras para permitir um crescimento acelerado da mobilidade elétrica no Brasil. Ele destacou a vida útil curta e o alto custo de substituição das baterias. A infraestrutura brasileira também precisaria avançar muito para fornecer uma oferta de postos de abastecimento para os carros elétricos assim como temos para veículos a combustível. Além disso, a matriz elétrica brasileira ainda usa combustíveis fósseis para geração de energia e uma frota de veículos elétricos pode aumentar o uso de fontes poluentes.
Também presente no evento, Bento Koike, fundador da fabricante de pás Tecsis, descordou de Odilon e disse que tem vistos muitos avanços no setor de baterias que podem superar essas dificuldades em um espaço curto de tempo.
PONTOS DE ATENÇÃO
Araripe também falou que a regulação e a transmissão são pontos que precisam de atenção por parte do mercado eólico. O potencial eólico está no Nordeste e o principal centro de consumo é no Sudeste, o que deve demandar uma expansão da infraestrutura de transmissão para permitir a construção de novos projetos eólicos e escoar a energia produzida.
Para ele, o gargalo da expansão da matriz em caso de crescimento econômico do Brasil estará na transmissão. “Se quiser fazer um hedge para esse crescimento, é preciso iniciar a expansão da transmissão logo”, acrescentou o presidente da Casa dos Ventos. Araripe também falou que no curto e médio prazo, não acredita no desenvolvimento do mercado de eólicas no mar (offshore). “Você não precisa ir para o mar para ter um vento tão bom”, disse.
O Brazil Windpower é realizado pela Informa Markets| CanalEnergia em uma parceria com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e o Conselho Global de Energia Eólica (GWEC) e vai até a próxima quinta-feira, 30 de maio.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53100522/brasil-precisara-de-20-gw-para-mobilidade-eletrica-nos-proximos-12-anos-diz-executivo
sexta-feira, 24 de maio de 2019
CCEE: consumo cresceu 2% até a metade de maio
Dados preliminares de medição dos valores médios coletados entre os dias 1º e 15 de maio indicam um crescimento do consumo de energia de 2%, alcançando 62.766 MW med frente aos 61.543 MW med no mesmo período do ano passado. As informações são do boletim InfoMercado Semanal Dinâmico, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, que traz dados prévios de geração e consumo de energia, além da posição contratual líquida atual dos consumidores livres e especiais.
O Ambiente de Contratação Regulada, no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras, apresentou crescimento no consumo de 2,4% em relação a maio de 2018, considerando a mudança de clientes cativos para o Ambiente de Contratação Livre. Excluindo o impacto das migrações, o ACR registraria aumento de 4%.
Já no Ambiente de Contratação Livre, no qual as empresas compram energia diretamente dos fornecedores, o consumo apresentou crescimento de 1% em relação ao mesmo período do ano passado – considerando a mudança de clientes cativos para o ACL. Eliminando o impacto da migração de novas cargas, o ACL apresentaria queda de 2,6%. Os consumidores livres apresentaram redução de 0,9%, já os especiais aumentaram em 12%, influenciados pela migração. Suprimindo esse efeito, há queda de 2,8% para os livres e aumento de 1,6% para os especiais. Os autoprodutores diminuíram seu consumo em 6,5%.
Os segmentos da indústria avaliados pela CCEE, incluindo dados de autoprodutores, varejistas, consumidores livres e especiais, que registraram maior crescimento de consumo foram: Bebidas, com 20,7%), Transporte (19,8%) e Serviços (11,6%). A expansão desses setores está vinculada à migração dos consumidores para o mercado livre.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53100184/ccee-consumo-cresceu-2-ate-a-metade-de-maio
O Ambiente de Contratação Regulada, no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras, apresentou crescimento no consumo de 2,4% em relação a maio de 2018, considerando a mudança de clientes cativos para o Ambiente de Contratação Livre. Excluindo o impacto das migrações, o ACR registraria aumento de 4%.
Já no Ambiente de Contratação Livre, no qual as empresas compram energia diretamente dos fornecedores, o consumo apresentou crescimento de 1% em relação ao mesmo período do ano passado – considerando a mudança de clientes cativos para o ACL. Eliminando o impacto da migração de novas cargas, o ACL apresentaria queda de 2,6%. Os consumidores livres apresentaram redução de 0,9%, já os especiais aumentaram em 12%, influenciados pela migração. Suprimindo esse efeito, há queda de 2,8% para os livres e aumento de 1,6% para os especiais. Os autoprodutores diminuíram seu consumo em 6,5%.
Os segmentos da indústria avaliados pela CCEE, incluindo dados de autoprodutores, varejistas, consumidores livres e especiais, que registraram maior crescimento de consumo foram: Bebidas, com 20,7%), Transporte (19,8%) e Serviços (11,6%). A expansão desses setores está vinculada à migração dos consumidores para o mercado livre.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53100184/ccee-consumo-cresceu-2-ate-a-metade-de-maio
quinta-feira, 23 de maio de 2019
Garrafas verdes, energia verde: Heineken mira 100% de renováveis no Brasil até 2023
Famosa por suas garrafas verdes, a cervejaria holandesa Heineken decidiu apostar também em energia verde, com uma meta global de usar geração renovável em suas operações que deverá ser antecipada pela unidade da companhia no Brasil, disseram executivas do grupo à Reuters.
O movimento rumo a esse objetivo passa pela inauguração de um parque eólico em Acaraú, no Ceará, que recebeu cerca de 40 milhões de reais em investimentos da Heineken Brasil e produzirá energia suficiente para abastecer cerca de 30 por cento do consumo das 15 cervejarias da marca no país.
“Temos uma meta global da companhia de até 2030 ter 70 por cento da energia utilizada nas cervejarias de fontes renováveis. Aqui no Brasil, acreditamos que vamos gerar com renováveis o equivalente a 100 por cento do consumo de nossas cervejarias até 2023, ou seja, muito antes da meta global”, afirmou a vice-presidente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Heineken Brasil, Nelcina Tropardi.
A estratégia da Heineken de apostar em energia limpa segue uma nova tendência global no mundo corporativo, com cada vez mais empresas mirando fontes renováveis por questões de sustentabilidade e marketing ou até mesmo para redução de custos.
Além do parque eólico, a Heineken pretende instalar caldeiras movidas a biomassa de madeira em todas suas cervejarias no Brasil para atender a meta. Até o momento, quatro unidades já utilizam a tecnologia, e mais duas iniciarão a geração de energia própria ainda em 2019.
“A ideia é que até 2023 todas as cervejarias tenham caldeiras de biomassa, que utilizarão cavaco de madeira, e portanto energia renovável”, disse a gerente sênior de sustentabilidade da Heineken Brasil, Ornella Vilardo.
Os investimentos em energia renovável vêm em momento em que a Heineken tem ampliado as vendas no Brasil e reduzido a distância para a líder de mercado Ambev após ter fechado em 2017 a aquisição das operações no país da japonesa Kirin Holdings por 1,2 bilhão de dólares. Na época, a operação dobrou a participação da empresa no mercado brasileiro, para quase 20 por cento.
O parque eólico no Ceará, inclusive, é um legado desse negócio —o projeto começou a ser desenvolvido pela Brasil Kirin e estava com praticamente metade das obras concluídas na época da aquisição.
“A Heineken resolveu fazer um investimento para terminar o parque e colocá-lo em funcionamento porque isso está totalmente alinhado com nossa estratégia de sustentabilidade”, afirmou Nelcina.
O parque não abastece diretamente as cervejarias, porque possui contratos de longo prazo já fechados anteriormente para a venda de sua produção, mas sua geração atende o objetivo da política de sustentabilidade da Heineken de compensar suas emissões de carbono.
NOVA TENDÊNCIA
Corporações assinaram contratos para comprar mais de 32 gigawatts em energia limpa desde 2008, um montante comparável à capacidade de geração da Holanda, com 86 por cento dos negócios a partir de 2015 e mais de 40 por cento só em 2018, apontou estudo da Bloomberg New Energy Finance em janeiro.
Até o momento, no entanto, os negócios estão concentrados principalmente nos Estados Unidos, que respondeu por mais de 60 por cento dos contratos privados renováveis em 2018, com 8,5 gigawatts, o triplo do registrado em 2017.
“Cada vez mais os consumidores se preocupam em saber sobre a empresa que fabrica o que eles estão consumindo. Nunca vivemos uma era em que a reputação de uma empresa é tão importante como hoje em dia”, afirmou Nelcina, da Heineken.
Além da cervejaria, outras empresas têm perseguido o uso de energia limpa no Brasil. A mineradora Vale, por exemplo, quer ter 100 por cento de renováveis já em meados da próxima década, meta que segue válida mesmo após o desastre do rompimento de uma barragem da companhia em Brunadinho (MG) em janeiro.
Dias antes a companhia havia anunciado um contrato para comprar energia de um parque eólico da desenvolvedora Casa dos Ventos, em negócio que inclui uma opção de aquisição do empreendimento de geração no futuro.
“A Vale mantém o seu plano de ter 100 por cento de autoprodução de energia elétrica até 2025 por meio do uso de fontes renováveis e, para tanto, vem pesquisando soluções no mercado para atingir este objetivo”, afirmou a companhia em nota à Reuters.
Um fator que ajuda a atrair os investimentos nesses contratos e em geração própria com renováveis é a redução nos custos de implementação de parques eólicos e solares nos últimos anos, que pode permitir às empresas acessar energia limpa a preços competitivos frente ao cobrado por distribuidoras de eletricidade, disse o sócio especialista em energia do Cascione Pulino Boulos Advogados, Daniel Engel.
“No Brasil, a energia elétrica é muito tributada e tem subsídios cruzados, então faz sentido esse mercado, tem potencial para se desenvolver mais rápido que em outros países”, apontou ele, ressaltando que o nicho ainda pode ganhar algum impulso adicional caso sejam feitos ajustes na regulação.
“É um tema que discutimos muito com clientes e eles mostram muito interesse em conhecer o produto… é uma coisa recente, mas tem bastante movimento”, acrescentou.
Leia mais em: https://clickpetroleo.com.br/garrafas-verdes-energia-verde-heineken-mira-100-de-renovaveis-no-brasil-ate-2023/
O movimento rumo a esse objetivo passa pela inauguração de um parque eólico em Acaraú, no Ceará, que recebeu cerca de 40 milhões de reais em investimentos da Heineken Brasil e produzirá energia suficiente para abastecer cerca de 30 por cento do consumo das 15 cervejarias da marca no país.
“Temos uma meta global da companhia de até 2030 ter 70 por cento da energia utilizada nas cervejarias de fontes renováveis. Aqui no Brasil, acreditamos que vamos gerar com renováveis o equivalente a 100 por cento do consumo de nossas cervejarias até 2023, ou seja, muito antes da meta global”, afirmou a vice-presidente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Heineken Brasil, Nelcina Tropardi.
A estratégia da Heineken de apostar em energia limpa segue uma nova tendência global no mundo corporativo, com cada vez mais empresas mirando fontes renováveis por questões de sustentabilidade e marketing ou até mesmo para redução de custos.
Além do parque eólico, a Heineken pretende instalar caldeiras movidas a biomassa de madeira em todas suas cervejarias no Brasil para atender a meta. Até o momento, quatro unidades já utilizam a tecnologia, e mais duas iniciarão a geração de energia própria ainda em 2019.
“A ideia é que até 2023 todas as cervejarias tenham caldeiras de biomassa, que utilizarão cavaco de madeira, e portanto energia renovável”, disse a gerente sênior de sustentabilidade da Heineken Brasil, Ornella Vilardo.
Os investimentos em energia renovável vêm em momento em que a Heineken tem ampliado as vendas no Brasil e reduzido a distância para a líder de mercado Ambev após ter fechado em 2017 a aquisição das operações no país da japonesa Kirin Holdings por 1,2 bilhão de dólares. Na época, a operação dobrou a participação da empresa no mercado brasileiro, para quase 20 por cento.
O parque eólico no Ceará, inclusive, é um legado desse negócio —o projeto começou a ser desenvolvido pela Brasil Kirin e estava com praticamente metade das obras concluídas na época da aquisição.
“A Heineken resolveu fazer um investimento para terminar o parque e colocá-lo em funcionamento porque isso está totalmente alinhado com nossa estratégia de sustentabilidade”, afirmou Nelcina.
O parque não abastece diretamente as cervejarias, porque possui contratos de longo prazo já fechados anteriormente para a venda de sua produção, mas sua geração atende o objetivo da política de sustentabilidade da Heineken de compensar suas emissões de carbono.
NOVA TENDÊNCIA
Corporações assinaram contratos para comprar mais de 32 gigawatts em energia limpa desde 2008, um montante comparável à capacidade de geração da Holanda, com 86 por cento dos negócios a partir de 2015 e mais de 40 por cento só em 2018, apontou estudo da Bloomberg New Energy Finance em janeiro.
Até o momento, no entanto, os negócios estão concentrados principalmente nos Estados Unidos, que respondeu por mais de 60 por cento dos contratos privados renováveis em 2018, com 8,5 gigawatts, o triplo do registrado em 2017.
“Cada vez mais os consumidores se preocupam em saber sobre a empresa que fabrica o que eles estão consumindo. Nunca vivemos uma era em que a reputação de uma empresa é tão importante como hoje em dia”, afirmou Nelcina, da Heineken.
Além da cervejaria, outras empresas têm perseguido o uso de energia limpa no Brasil. A mineradora Vale, por exemplo, quer ter 100 por cento de renováveis já em meados da próxima década, meta que segue válida mesmo após o desastre do rompimento de uma barragem da companhia em Brunadinho (MG) em janeiro.
Dias antes a companhia havia anunciado um contrato para comprar energia de um parque eólico da desenvolvedora Casa dos Ventos, em negócio que inclui uma opção de aquisição do empreendimento de geração no futuro.
“A Vale mantém o seu plano de ter 100 por cento de autoprodução de energia elétrica até 2025 por meio do uso de fontes renováveis e, para tanto, vem pesquisando soluções no mercado para atingir este objetivo”, afirmou a companhia em nota à Reuters.
Um fator que ajuda a atrair os investimentos nesses contratos e em geração própria com renováveis é a redução nos custos de implementação de parques eólicos e solares nos últimos anos, que pode permitir às empresas acessar energia limpa a preços competitivos frente ao cobrado por distribuidoras de eletricidade, disse o sócio especialista em energia do Cascione Pulino Boulos Advogados, Daniel Engel.
“No Brasil, a energia elétrica é muito tributada e tem subsídios cruzados, então faz sentido esse mercado, tem potencial para se desenvolver mais rápido que em outros países”, apontou ele, ressaltando que o nicho ainda pode ganhar algum impulso adicional caso sejam feitos ajustes na regulação.
“É um tema que discutimos muito com clientes e eles mostram muito interesse em conhecer o produto… é uma coisa recente, mas tem bastante movimento”, acrescentou.
Leia mais em: https://clickpetroleo.com.br/garrafas-verdes-energia-verde-heineken-mira-100-de-renovaveis-no-brasil-ate-2023/
quarta-feira, 22 de maio de 2019
Crescimento do mercado de energia solar cria cenário de confiança
O ritmo acelerado de crescimento da energia solar tem deixado o mercado otimista. As previsões da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) apontam para um aumento em 44% da geração de energia solar em 2019, num momento em que o setor já comemora o acúmulo impressionante de painéis solares no Brasil, que deu um salto de sete mil para 49 mil unidades nos últimos dois anos.
Essa é a aposta da Rakia, especialista em soluções de energia solar e que acompanha o avanço dos números do setor como associada da Absolar. A empresa atua em Santa Catarina, onde os números também se destacam, garantindo a quarta posição em unidades de geração distribuída, ou seja, casas e empresas com alguma fonte própria de energia. Das 24,6 mil unidades existentes no Brasil em 2018, 2,2 mil são catarinenses.
Os dados criam um cenário de confiança entre os consumidores. Com a crescente demanda, os valores dos painéis também sofrem impactos e passam a ser mais acessíveis, com preços cada vez mais competitivos. O levantamento realizado pelo Portal Solar destaca que houve uma redução de 30% no valor dos equipamentos solares em 2018, seguindo a tendência mundial de popularizar esse investimento.
Custo benefício excelente
O retorno do investimento se torna ainda mais atrativo e é uma importante vantagem da energia solar. São necessários em torno de 5 anos para que o investimento seja pago com a economia gerada, enquanto há pouco tempo eram necessários mais de 10 anos para perceber esse retorno.
Em alguns casos, como em soluções oferecidas pela Rakia, em menos de cinco anos o investimento é compensado. Na prática, uma empresa que consome em média R$ 1.000 por mês na conta de luz fará um investimento com retorno previsto em até 5 anos, incluindo duas manutenções no período de um ano.
Ter as primeiras manutenções e limpezas no orçamento de um projeto é um diferencial da Rakia — Foto: Pixabay Ter as primeiras manutenções e limpezas no orçamento de um projeto é um diferencial da Rakia — Foto: Pixabay
Ter as primeiras manutenções e limpezas no orçamento de um projeto é um diferencial da Rakia — Foto: Pixabay
Ter as primeiras manutenções e limpezas no orçamento de um projeto é um diferencial da empresa especializada em energia solar. A Rakia oferece desde a idealização do projeto e instalação até a manutenção de módulos fotovoltaicos. Mesmo depois do primeiro ano de funcionamento, a vantagem dos painéis solares é ter custo de manutenção considerado irrisório.
A durabilidade dos equipamentos também permite que esse investimento tenha um excelente custo-benefício. O equipamento tem 25 anos de garantia de geração, ou seja, com uma perda mínima de 20%, da eficiência que foi projetada para este período.
Incentivos que beneficiam pessoas e empresas
Os programas de incentivo à aquisição de tecnologia são partes fundamentais nesse cenário. Já são diversas condições facilitadas oferecidas para indústrias e pessoas físicas que querem adquirir sistemas de captação de energia solar.
De um lado, os incentivos públicos abrem portas para esses programas. Em 2017, por exemplo, a Celesc ofereceu o “Bônus Fotovoltaico”. A iniciativa ofereceu subsídio de 60% para a instalação de equipamentos solares em residências. Em Florianópolis, as metas de inscrições foram batidas em tempo recorde.
Leia mais em: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/rakia/noticia/2019/05/13/crescimento-do-mercado-de-energia-solar-cria-cenario-de-confianca.ghtml
Essa é a aposta da Rakia, especialista em soluções de energia solar e que acompanha o avanço dos números do setor como associada da Absolar. A empresa atua em Santa Catarina, onde os números também se destacam, garantindo a quarta posição em unidades de geração distribuída, ou seja, casas e empresas com alguma fonte própria de energia. Das 24,6 mil unidades existentes no Brasil em 2018, 2,2 mil são catarinenses.
Os dados criam um cenário de confiança entre os consumidores. Com a crescente demanda, os valores dos painéis também sofrem impactos e passam a ser mais acessíveis, com preços cada vez mais competitivos. O levantamento realizado pelo Portal Solar destaca que houve uma redução de 30% no valor dos equipamentos solares em 2018, seguindo a tendência mundial de popularizar esse investimento.
Custo benefício excelente
O retorno do investimento se torna ainda mais atrativo e é uma importante vantagem da energia solar. São necessários em torno de 5 anos para que o investimento seja pago com a economia gerada, enquanto há pouco tempo eram necessários mais de 10 anos para perceber esse retorno.
Em alguns casos, como em soluções oferecidas pela Rakia, em menos de cinco anos o investimento é compensado. Na prática, uma empresa que consome em média R$ 1.000 por mês na conta de luz fará um investimento com retorno previsto em até 5 anos, incluindo duas manutenções no período de um ano.
Ter as primeiras manutenções e limpezas no orçamento de um projeto é um diferencial da Rakia — Foto: Pixabay Ter as primeiras manutenções e limpezas no orçamento de um projeto é um diferencial da Rakia — Foto: Pixabay
Ter as primeiras manutenções e limpezas no orçamento de um projeto é um diferencial da Rakia — Foto: Pixabay
Ter as primeiras manutenções e limpezas no orçamento de um projeto é um diferencial da empresa especializada em energia solar. A Rakia oferece desde a idealização do projeto e instalação até a manutenção de módulos fotovoltaicos. Mesmo depois do primeiro ano de funcionamento, a vantagem dos painéis solares é ter custo de manutenção considerado irrisório.
A durabilidade dos equipamentos também permite que esse investimento tenha um excelente custo-benefício. O equipamento tem 25 anos de garantia de geração, ou seja, com uma perda mínima de 20%, da eficiência que foi projetada para este período.
Incentivos que beneficiam pessoas e empresas
Os programas de incentivo à aquisição de tecnologia são partes fundamentais nesse cenário. Já são diversas condições facilitadas oferecidas para indústrias e pessoas físicas que querem adquirir sistemas de captação de energia solar.
De um lado, os incentivos públicos abrem portas para esses programas. Em 2017, por exemplo, a Celesc ofereceu o “Bônus Fotovoltaico”. A iniciativa ofereceu subsídio de 60% para a instalação de equipamentos solares em residências. Em Florianópolis, as metas de inscrições foram batidas em tempo recorde.
Leia mais em: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/rakia/noticia/2019/05/13/crescimento-do-mercado-de-energia-solar-cria-cenario-de-confianca.ghtml
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