terça-feira, 9 de julho de 2019
InfoMercado Semanal: consumo de energia cresce 0,6% em junho
Dados preliminares de medição dos valores médios coletados entre os dias 1º e 30 de junho indicam crescimento do consumo de energia de apenas 0,6%, alcançando 59.504 MWmédios frente aos 59.175 MWmédios no mesmo período do ano passado. A geração de energia teve um crescimento de 0,9% com 62.228 MWmédios ante 61.660 MWmédios em 2018.
As informações são do boletim InfoMercado Semanal Dinâmico, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, que traz dados de geração e consumo de energia, além da posição contratual líquida atual dos consumidores livres e especiais.
O Ambiente de Contratação Regulada – ACR (cativo), no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras (onde estão inseridos os consumidores residenciais, comerciais, industriais, rurais, serviços, iluminação pública e outros), apresentou diminuição no consumo de 0,7% em relação a junho de 2018, considerando a mudança de clientes cativos para o Ambiente de Contratação Livre – ACL. Excluindo o impacto das migrações, o ACR registraria aumento de 1,1%.
Já no Ambiente de Contratação Livre – ACL no qual as empresas compram energia diretamente dos fornecedores (como consumidores de atividade industrial/comercial/serviços), o consumo apresentou aumento de 3,4% em relação ao mesmo período do ano passado – considerando a Migração de cargas. Ao excluir este impacto, o mercado livre registraria retração de 0,6%.
Os segmentos da indústria avaliados pela CCEE que registraram maior crescimento de consumo foram: transporte (18,7%), saneamento (11,7%) e comércio (11,2%). A expansão desses setores está vinculada à migração dos consumidores para o mercado livre. Ao excluirmos este impacto, verificamos crescimento para os seguintes ramos: têxteis (4,3%), bebidas (2,6%) e metalurgia e produtos de metal (1,9%).
Leia mais em: https://www.ccee.org.br/portal/faces/pages_publico/noticias-opiniao/noticias/noticialeitura?contentid=CCEE_649157&_afrLoop=405585071207264&_adf.ctrl-state=11v9taxj2m_46#!%40%40%3Fcontentid%3DCCEE_649157%26_afrLoop%3D405585071207264%26_adf.ctrl-state%3D11v9taxj2m_50
segunda-feira, 8 de julho de 2019
EDP Renováveis anuncia parque eólico de 126 MW no Brasil
A EDP Renováveis, braço de energia renováveis do grupo português EDP, firmou um contrato para venda de energia por 20 anos, viabilizando a construção de projetos eólicos no estado do Rio Grande do Norte, com capacidade total de 126 MW. O anuncio foi realizado nesta segunda-feira, 8 de julho.
Os parques eólicos Monte Verde VI e Boqueirão I-II têm previsão de entrar em operação até 2022. Com essa transação, a EDP Renováveis passa a ter contratos que somam 3,3 GW em capacidade global prevista para o período de 2019 a 2022. Atualmente, a companhia tem 467 MW de tecnologia eólica onshore instalada no Brasil.
“Com esse novo contrato de longo prazo, a empresa reforça a sua presença em um mercado com baixo perfil de risco e recursos renováveis atrativos e fortes perspectivas para o sector a médio e longo-prazo”, disse a EDPR em nota.
Em detalhe, a EDPR tem atualmente mais de 1 GW de projetos de energia eólica em desenvolvimento, dos quais 0,2 GW têm início da operação previsto para 2021, 0,4 GW para 2022 e 0,5 GW até 2023, com todos os contratos de longo prazo assegurados.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53104750/edp-renovaveis-anuncia-parque-eolico-de-126-mw-no-brasil
Os parques eólicos Monte Verde VI e Boqueirão I-II têm previsão de entrar em operação até 2022. Com essa transação, a EDP Renováveis passa a ter contratos que somam 3,3 GW em capacidade global prevista para o período de 2019 a 2022. Atualmente, a companhia tem 467 MW de tecnologia eólica onshore instalada no Brasil.
“Com esse novo contrato de longo prazo, a empresa reforça a sua presença em um mercado com baixo perfil de risco e recursos renováveis atrativos e fortes perspectivas para o sector a médio e longo-prazo”, disse a EDPR em nota.
Em detalhe, a EDPR tem atualmente mais de 1 GW de projetos de energia eólica em desenvolvimento, dos quais 0,2 GW têm início da operação previsto para 2021, 0,4 GW para 2022 e 0,5 GW até 2023, com todos os contratos de longo prazo assegurados.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53104750/edp-renovaveis-anuncia-parque-eolico-de-126-mw-no-brasil
sexta-feira, 5 de julho de 2019
Consumo de energia cresce 0,6% em junho
O consumo de energia em junho alcançou 59.504 MW médios no mês de junho, segundo dados preliminares de medição coletados entre os dias 1º e 30 do mês passado, o que corresponde a um aumento de 0,6% ante os 59.175 MW médios no mesmo período do ano passado. A geração de energia, por sua vez, teve um crescimento de 0,9% com 62.228 MW médios, ante 61.660 MW médios em 2018.
No Ambiente de Contratação Regulada (ACR), no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras, houve diminuição de 0,7% no consumo em relação a junho de 2018, considerando a migração de clientes cativos para o Ambiente de Contratação Livre (ACL). Excluindo o impacto desse movimento, o ACR registraria aumento de 1,1%.
Já no ACL, no qual as empresas compram energia diretamente dos fornecedores, consumo apresentou expansão de 3,4% em relação ao mesmo período do ano passado, incluindo a migração de cargas. Ao excluir este impacto, o mercado livre registraria retração de 0,6%.
Dentre os segmentos da indústria avaliados pela CCEE, os maiores índices de crescimento foram verificados em transporte (18,7%), saneamento (11,3%) e comércio (11,2%), porcentuais que, segundo a instituição, estão vinculados à migração dos consumidores para o mercado livre. “Ao excluirmos este impacto, verificamos crescimento” para os seguintes ramos: têxteis (4,3%), bebidas (2,6%) e metalurgia e produtos de metal (1,9%). As principais retrações foram vistas nos segmentos de extração de minerais metálicos (-5,7%), veículos (-3,7%) e químicos (-3,5%).
Leia mais em: https://www.istoedinheiro.com.br/consumo-de-energia-cresce-06-em-junho/
No Ambiente de Contratação Regulada (ACR), no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras, houve diminuição de 0,7% no consumo em relação a junho de 2018, considerando a migração de clientes cativos para o Ambiente de Contratação Livre (ACL). Excluindo o impacto desse movimento, o ACR registraria aumento de 1,1%.
Já no ACL, no qual as empresas compram energia diretamente dos fornecedores, consumo apresentou expansão de 3,4% em relação ao mesmo período do ano passado, incluindo a migração de cargas. Ao excluir este impacto, o mercado livre registraria retração de 0,6%.
Dentre os segmentos da indústria avaliados pela CCEE, os maiores índices de crescimento foram verificados em transporte (18,7%), saneamento (11,3%) e comércio (11,2%), porcentuais que, segundo a instituição, estão vinculados à migração dos consumidores para o mercado livre. “Ao excluirmos este impacto, verificamos crescimento” para os seguintes ramos: têxteis (4,3%), bebidas (2,6%) e metalurgia e produtos de metal (1,9%). As principais retrações foram vistas nos segmentos de extração de minerais metálicos (-5,7%), veículos (-3,7%) e químicos (-3,5%).
Leia mais em: https://www.istoedinheiro.com.br/consumo-de-energia-cresce-06-em-junho/
quinta-feira, 4 de julho de 2019
Energia solar pode ganhar impulso extra após queda de preço em leilão
A energia solar pode ganhar um impulso extra no Brasil após os resultados históricos de um leilão realizado na semana passada pelo governo para a contratação de novos projetos de geração, disseram à Reuters dois importantes especialistas em planejamento energético.
As usinas solares apresentaram os menores preços na licitação da última sexta-feira, chegando a negociar a produção futura a 64,99 reais por megawatt-hora, valor pela primeira vez inferior ao praticado por empreendimentos eólicos e hídricos.
O preço, o mais baixo já visto para energia solar no Brasil, ainda ficou abaixo do valor de venda da produção da enorme hidrelétrica de Belo Monte, que em 2010 negociou contratos a 87 reais por megawatt-hora, em valores históricos.
Apesar do imenso potencial do Brasil para a geração solar, a fonte ainda representa apenas 1,27% da matriz elétrica do país, que tem uma longa história de predomínio da geração hidrelétrica, que responde por 60% da capacidade.
“Este leilão é um marco histórico em termos do preço da energia solar”, disse à Reuters o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ex-presidente da estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim. “Sem dúvida, o baixo preço da solar centralizada indica que ela pode ter um papel maior na matriz elétrica”, acrescentou ele.
O ex-chefe da EPE ressaltou, no entanto, que o leilão foi “atípico”, dada a baixa demanda por energia em meio à lenta recuperação da economia brasileira, o que aumentou a disputa entre investidores pelos contratos de longo prazo oferecidos aos vencedores da concorrência. “É claro…temos de saber se atingimos um novo patamar de preço ou se o resultado é fruto de uma situação conjuntural onde há um forte desbalanceamento entre oferta e demanda”, disse.
Outro fator por trás da forte queda nos preços foi a estratégia dos vencedores, que deixaram em média 70% da energia dos projetos para ser vendida no chamado mercado livre de eletricidade, no qual grandes consumidores podem negociar o suprimento diretamente com geradores e comercializadoras, disse o presidente da consultoria especializada PSR, Luiz Barroso.
Ainda assim, ele também destacou a forte competitividade das usinas fotovoltaicas.
A fonte deixou para trás no último certame o preço mais baixo já alcançado por projetos eólicos no Brasil, de 67 reais, em um leilão do ano passado, e ainda aproximou-se de um recorde histórico da energia hidrelétrica, de 58,36 reais, praticado pela usina Teles Pires em uma licitação em 2010. “A esse nível de preço, a solar confirma o seu esperado protagonismo”, disse Barroso, que também presidiu a EPE, entre 2016 e 2018.
O consultor apontou, no entanto, que esse novo patamar significa também que o Brasil precisará avaliar como lidar com questões inerentes à geração solar, como sua variabilidade em função do clima. “Esse protagonismo fará com que o planejamento tenha que fatorar este resultado em suas análises, demandando mais preparação para lidar com a integração da fonte e seus impactos, como a intermitência”, explicou.
Mais espaço?
Os especialistas ainda destacaram que as usinas eólicas também mostraram-se fortemente competitivas no leilão, com preços de até 79,9 reais por megawatt-hora, perto do recorde da fonte. “Isso mostra que a energia solar e a eólica, que também teve um preço muito baixo, podem aumentar a participação na matriz elétrica sem onerar o consumidor”, apontou Tolmasquim.
Por outro lado, o espaço para o avanço dessas fontes renováveis não é “ilimitado”, acrescentou ele, defendendo o uso de outras formas de geração como termelétricas e hidrelétricas para “compensar” a intermitência das eólicas e solares.
A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), que representa investidores do setor, defendeu após o leilão que a fonte de geração viu seus custos caírem nos últimos anos em ritmo bem além do previsto pelo governo anteriormente.
O chamado Plano Decenal de Energia, documento que traça diretrizes para o planejamento da geração no Brasil, apontou em sua versão 2027, publicada no ano passado, que o governo poderia avaliar uma expansão maior das usinas solares se estas vissem uma redução de custos de 40% até 2024.
“Antecipamos essa redução de preços em mais de cinco anos, em benefício de toda a sociedade brasileira. Desse modo, cabe ao governo fazer sua contrapartida e ampliar os volumes de contratação anual da fonte”, disse em nota o presidente do Conselho da Absolar, Ronaldo Koloszuk, defendendo a contratação de 1,9 gigawatt anual em capacidade solar.
O chamado “cenário de referência” para a expansão do parque gerador brasileiro no PDE 2027 prevê a contratação de cerca de 2 mil megawatts em capacidade de novas usinas eólicas por ano, enquanto usinas solares somariam 1 mil megawatts anuais.
Leia mais em: https://exame.abril.com.br/economia/energia-solar-pode-ganhar-impulso-extra-apos-queda-de-preco-em-leilao/
quarta-feira, 3 de julho de 2019
Brasil registra 500 novas empresas de GD por mês
Um levantamento feito pelo Portal Solar identificou que o segmento vê o surgimento de cerca de 500 novas empresas por mês no Brasil. Com isso, a perspectiva é que somente em um ano sejam seis mil novas companhias entrantes no mercado fotovoltaico nacional. Outro dado obtido foi o de que somente nos últimos 12 meses, as empresas de engenharia e instalação que atuam no segmento de geração distribuída geraram aproximadamente oito mil empregos.
Ao total, as estimativas do setor dão conta de que as companhias que atuam neste segmento empregam atualmente 20 mil profissionais, com investimentos acumulados que ultrapassam R$ 4 bilhões em usinas de autogeração de energia em residências, comércios e indústrias. O Brasil já reportou a existência de mais de 80 mil sistemas fotovoltaicos instalados em telhados e pequenos terrenos, num total de 827 MW de potência instalada.
Em pesquisa realizada no primeiro semestre deste ano com mais de 1,5 mil empresas, o Portal Solar constatou que 41,2% das companhias trabalham com energia solar fotovoltaica a menos de um ano, 27,1% de um a dois anos, 19,5% de dois a três anos, e apenas 12,3% atuam mais de quatro anos. Outro dado é que 6% ultrapassaram a marca de 50 sistemas instalados, 57,9% instalaram de 10 a 50 sistemas e 36,4% ainda não completaram três instalações.
“Trata-se do nascimento de um segmento que, em questão de dois anos, será o maior dentro do setor elétrico”, aposta o CEO do Portal Solar, Rodolfo Meyer.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53104344/brasil-registra-500-novas-empresas-de-gd-por-mes
Ao total, as estimativas do setor dão conta de que as companhias que atuam neste segmento empregam atualmente 20 mil profissionais, com investimentos acumulados que ultrapassam R$ 4 bilhões em usinas de autogeração de energia em residências, comércios e indústrias. O Brasil já reportou a existência de mais de 80 mil sistemas fotovoltaicos instalados em telhados e pequenos terrenos, num total de 827 MW de potência instalada.
Em pesquisa realizada no primeiro semestre deste ano com mais de 1,5 mil empresas, o Portal Solar constatou que 41,2% das companhias trabalham com energia solar fotovoltaica a menos de um ano, 27,1% de um a dois anos, 19,5% de dois a três anos, e apenas 12,3% atuam mais de quatro anos. Outro dado é que 6% ultrapassaram a marca de 50 sistemas instalados, 57,9% instalaram de 10 a 50 sistemas e 36,4% ainda não completaram três instalações.
“Trata-se do nascimento de um segmento que, em questão de dois anos, será o maior dentro do setor elétrico”, aposta o CEO do Portal Solar, Rodolfo Meyer.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53104344/brasil-registra-500-novas-empresas-de-gd-por-mes
terça-feira, 2 de julho de 2019
Light prepara oferta pública de R$ 2,09 bilhões em ações
A Light informou que aprovou a realização de uma oferta pública primária e secundária de 111,1 milhões de ações ordinárias, o que movimentaria cerca de R$ 2,09 bilhões se considerado o valor de fechamento dos papéis na segunda-feira, de R$18,85 por ação.
Em comunicado na noite de segunda-feira, a Light disse que a operação envolverá a distribuição primária de 100 milhões de papéis e a venda de, inicialmente, 11,1 milhões de ações detidas pela estatal mineira Cemig, maior acionista da empresa.
A Light afirmou que a oferta poderá ainda ser acrescida em até 20% do total de ações inicialmente ofertado, ou em até 22,2 milhões de papéis, envolvendo tanto ações da empresa quanto da Cemig, nas mesmas condições e preço.
Segundo a elétrica, a oferta será realizada no Brasil, sob coordenação de banco Itaú (coordenador líder), Citi, Santander, XP, BTG Pactual, Bradesco BBI e BB Investimentos. Haverá ainda esforços de colocação de ações no exterior, disse.
Luz: Uso de energia solar em residências cresce 70%. Confira as capitais do país onde mais vale a pena
O preço por ação e a aprovação do aumento de capital da companhia ainda serão aprovados em reunião do conselho de administração da companhia a ser realizada após a conclusão do processo de coleta de intenções de investimento junto a investidores profissionais.
Segundo o comunicado da Light, os recursos provenientes da oferta “serão destinados para fortalecimento e otimização de sua estrutura de capital, reduzindo assim o seu nível de endividamento e melhorando sua posição de caixa.”
A Cemig, que possui 49,99% da Light, previa inicialmente vender mais ações na oferta, mas posteriormente reduziu sua fatia na operação, para priorizar a captação de recursos para a elétrica, segundo disseram duas fontes à Reuters na véspera.
A Light é responsável pela distribuição de eletricidade na região metropolitana do Rio de Janeiro e possui ainda ativos de geração de energia.
Leia mais em: https://oglobo.globo.com/ economia/light-prepara-oferta- publica-de-209-bilhoes-em- acoes-23778001
Em comunicado na noite de segunda-feira, a Light disse que a operação envolverá a distribuição primária de 100 milhões de papéis e a venda de, inicialmente, 11,1 milhões de ações detidas pela estatal mineira Cemig, maior acionista da empresa.
A Light afirmou que a oferta poderá ainda ser acrescida em até 20% do total de ações inicialmente ofertado, ou em até 22,2 milhões de papéis, envolvendo tanto ações da empresa quanto da Cemig, nas mesmas condições e preço.
Segundo a elétrica, a oferta será realizada no Brasil, sob coordenação de banco Itaú (coordenador líder), Citi, Santander, XP, BTG Pactual, Bradesco BBI e BB Investimentos. Haverá ainda esforços de colocação de ações no exterior, disse.
Luz: Uso de energia solar em residências cresce 70%. Confira as capitais do país onde mais vale a pena
O preço por ação e a aprovação do aumento de capital da companhia ainda serão aprovados em reunião do conselho de administração da companhia a ser realizada após a conclusão do processo de coleta de intenções de investimento junto a investidores profissionais.
Segundo o comunicado da Light, os recursos provenientes da oferta “serão destinados para fortalecimento e otimização de sua estrutura de capital, reduzindo assim o seu nível de endividamento e melhorando sua posição de caixa.”
A Cemig, que possui 49,99% da Light, previa inicialmente vender mais ações na oferta, mas posteriormente reduziu sua fatia na operação, para priorizar a captação de recursos para a elétrica, segundo disseram duas fontes à Reuters na véspera.
A Light é responsável pela distribuição de eletricidade na região metropolitana do Rio de Janeiro e possui ainda ativos de geração de energia.
Leia mais em: https://oglobo.globo.com/
segunda-feira, 1 de julho de 2019
Contas de energia em julho terão bandeira tarifária amarela
A bandeira tarifária utilizada como referência nas contas de luz do mês de julho será a amarela.
Com a medida, as cobranças terão um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 kw quilowatts-hora consumidos.
Em junho, a autoridade reguladora havia definido bandeira verde, situação em que não é cobrado acréscimo nas contas. A Aneel justificou a bandeira amarela pelo fato de julho ser um mês “típico da seca nas principais bacias hidrográficas do país”.
A Aneel explica que, neste período, a tendência é de redução dos níveis dos principais reservatórios. Esse cenário requer o aumento da geração termelétrica, o que influenciou o aumento do preço da energia e dos custos relacionados ao risco hidrológico em patamares condizentes com o da Bandeira Amarela.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores, a verde, a amarela e a vermelha em dois patamares, que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.
O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico e o preço da energia.
Leia mais em: http://radios.ebc.com.br/reporter-nacional/2019/07/s-contas-de-energia-neste-mes-de-julho-terao-bandeira-tarifaria-amarela
Com a medida, as cobranças terão um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 kw quilowatts-hora consumidos.
Em junho, a autoridade reguladora havia definido bandeira verde, situação em que não é cobrado acréscimo nas contas. A Aneel justificou a bandeira amarela pelo fato de julho ser um mês “típico da seca nas principais bacias hidrográficas do país”.
A Aneel explica que, neste período, a tendência é de redução dos níveis dos principais reservatórios. Esse cenário requer o aumento da geração termelétrica, o que influenciou o aumento do preço da energia e dos custos relacionados ao risco hidrológico em patamares condizentes com o da Bandeira Amarela.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores, a verde, a amarela e a vermelha em dois patamares, que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.
O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico e o preço da energia.
Leia mais em: http://radios.ebc.com.br/reporter-nacional/2019/07/s-contas-de-energia-neste-mes-de-julho-terao-bandeira-tarifaria-amarela
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