quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

China lançará projetos-piloto de energia solar e eólica sem subsídios

China planeja lançar projetos-piloto de energia solar e eólica sem subsídios do governo, disse um órgão de planejamento estatal nesta quarta-feira, à medida que o país busca reduzir seus custos com a promoção do uso de energia renovável.

Após anos de rápido crescimento nos quais Pequim se esforçou para impulsionar o consumo de energia limpa, a China tem se empenhado para reduzir os custos da energia renovável e, assim, aliviar o orçamento do governo, que deve quase 17,57 bilhões de dólares em subsídios a geradores renováveis.

Os novos projetos vão produzir energia renovável para venda ao mesmo preço praticado por termelétricas a carvão não subsidiadas e não terão que lidar com quotas de restrição de capacidade, disse a Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento.
Mas os projetos receberão apoio em questões fundiárias e de financiamento, acrescentou a comissão.

"Algumas regiões com bons recursos naturais e demanda firme já conseguiram alcançar condições de paridade de preços sem subsídios", disse o órgão estatal, ressaltando que os projetos-piloto poderão ajudar as renováveis a competir com a energia do carvão.

Alguns projetos solares no Nordeste da China têm sofrido dificuldades para manter as operações, com risco de falência, devido a longos atrasos do governo no pagamento de subsídios, elevados custos de transmissão e compras insuficientes de sua produção por elétricas.

A comissão também pediu que as elétricas garantam compras de energia junto aos projetos-piloto e reduzam custos de transmissão para os geradores.

Leia mais em: https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2019/01/epoca-negocios-china-lancara-projetos-piloto-de-energia-solar-e-eolica-sem-subsidios.html

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Energia solar ampliou 501,9 MW em 2018

Um crescimento importante foi atingido pelo Brasil: o País saltou de 184 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica em 2017 para 501,9 MW em 2018. A marca histórica de mais de 500 MW são de sistemas implantados em consumidores de pequeno e médio porte, como residências, comércios, indústrias, produtores rurais e prédios públicos. As placas fotovoltaicas desses sistemas são colocadas em telhados, fachadas, estacionamos e construção de pequenas usinas.

O mapeamento realizado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) apontou um cenário em que os consumidores estão buscando formas de redução da conta de energia elétrica. “Esse aumento foi devido principalmente à redução do preço da tecnologia de instalação do sistema fotovoltaico. Desde 2010, a instalação está 83% mais barata. E outro fator importante foi pelo aumento da conta de energia dos consumidores acima da inflação”, explicou o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia, que também acrescentou a importância de instituições financeiras estarem oferecendo linhas de crédito para essas instalações.

Pelo estudo, Pernambuco ficou em 10ª lugar no ranking nacional. O Estado apresentou no ano passado 16,2 MW de potência instalada, o equivalente a 3,2% do total do Brasil. “Pernambuco tem um potencial solar privilegiado, está entre os melhores do Brasil. Porém está na 10ª posição nacional, tem muito a crescer”, avaliou Sauaia, ao complementar que a Absolar recomenda melhoria de programas de instalação fotovoltaica em prédios escolares e hospitais, por exemplo, para reduzir custos do Estado. “Além disso, pode-se incorporar a tecnologia em habitacionais e projetos do agronegócio”, disse o CEO. Em primeiro lugar no ranking nacional ficou Minas Gerais, representando 109,5 MW de potência instalada, equivalente a 21,8% do total brasileiro.

Apesar do crescimento, o Brasil ainda está no início do desenvolvimento solar fotovoltaico. “Austrália, França e Espanha já passaram de 10.000 MW de potência instalada da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica. Nesse cenário, estamos atrasados em 15 anos”, disse Sauaia.


Leia mais em: https://www.folhape.com.br/economia/economia/economia/2019/01/09/NWS,92736,10,550,ECONOMIA,2373-ENERGIA-SOLAR-AMPLIOU-501-2018.aspx

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

CCEE: mecanismo de venda de excedentes negocia 270,3 MW med

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica concluiu na última sexta-feira, 4 de janeiro, a primeira etapa do Mecanismo de Venda de Excedentes, em que distribuidoras negociam sobras de energia com agentes do mercado livre. Com participação de 17 distribuidoras e 363 compradores, entre comercializadoras, consumidores livres, especiais e geradores, o mecanismo negociou 270,3 MW médios em contratos de três meses, que terão vigência de janeiro a março de 2019.

A maior parte da energia negociada foi especial, que teve o preço de equilíbrio em R$ 155,17/MWh no Sudeste; no submercado Norte o preço de equilíbrio foi o PLD acrescido de R$ 13/MWh; e no submercado Nordeste ficou o PLD acrescido de R$ 11,63/MWh. Além de ofertar mais energia ao mercado livre, o mecanismo permitiu que sete distribuidoras reduzissem sua sobrecontratação. As empresas que venderam energia foram BV Energia (RR), Cepisa (PI), Celpa (PA), Cemar (MA), Enel Rio (RJ) e Enel São Paulo.

No próximo dia 14 será processada a segunda etapa do MVE, que negociará produtos de 11 meses – fevereiro a dezembro – cujo resultado será divulgado no dia 18. Em 21 de janeiro ocorre a última etapa deste primeiro processamento, com a negociação de contratos de 5 meses, de fevereiro a junho. O resultado será divulgado em 28 de janeiro.

Leia mais em:https://www.canalenergia.com.br/noticias/53086197/ccee-mecanismo-de-venda-de-excedentes-negocia-2703-mw-med

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Minas Gerais lidera a geração de energia solar no Brasil

O Estado do país que mais gera energia elétrica por meio de usinas fotovoltaicas de micro e minigeração é Minas Gerais, que alcançou 103 MW gerados com energia solar em dezembro de 2018. Os dados são da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) e representam 22% da geração distribuída do Brasil. Em segundo lugar vem o Rio Grande do Sul, com 70 MW, seguido pelo Estado de São Paulo, que já gerou 56 MW. “O principal motivo dessa liderança é que Minas Gerais tem a legislação estadual com os melhores incentivos tributários para a geração distribuída do país”, afirma o presidente da Absolar, Rodrigo Lopes Sauaia. Ele se refere à isenção do ICMS para usinas de todas as modalidades de geração solar até 5 MW, incluindo cooperativas, consórcios e condomínios, e a isenção do ICMS na fabricação de equipamentos e componentes.

“Além de incentivar o mercado, as isenções fazem os custos dos projetos de micro e minigeração caírem no Estado. Isso atrai investimento, empresas e empregos”, avalia Sauaia. Já foram investidos mais de R$ 650 milhões em Minas Gerais no desenvolvimento de projetos de geração distribuída, entre 2012 e 2018. No país, esse investimento foi de R$ 2,5 bilhões. Na geração de grandes usinas, Minas Gerais também tem uma situação de destaque, ocupando o terceiro lugar com 683 MW de geração fotovoltaica, atrás do Piauí, com 690 MW de geração, e da Bahia, com 794 MW. “Minas Gerais vai receber, até 2022, mais de R$ 3 bilhões de investimentos em grandes usinas solares”, afirma Sauaia.

A Órigo, por exemplo, tem quatro fazendas solares em Minas Gerais, com mais de mil clientes distribuídos pelo Estado. “Minas Gerais alcançou essa liderança na geração distribuída, além da boa insolação, em função da tarifa de energia elétrica, que é alta, e faz a energia solar ficar competitiva, e pelo pioneirismo do Estado em definir um arcabouço fiscal que permite quem gera a própria energia ter os créditos de ICMS”, diz o diretor geral da Órigo, Rodolfo Molinaris.

Crescimento. A energia solar representa hoje menos de 1% da matriz energética brasileira. “As distribuidoras tratarem a energia solar como uma ameaça está fora da realidade”, afirma Sauaia, que defende a manutenção das atuais regras tarifárias, que não beneficiam quem gera energia fotovoltaica. “Alterar a regra agora não é interessante, porque a participação da energia solar ainda é pequena. O papel do setor agora é gerar investimento na geração distribuída e trazer benefícios líquidos, como postergar uso de térmicas, diminuir emissões de carbono e trazer previsibilidade para o mercado”, afirma.

A previsão “conservadora”, segundo Sauaia, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) é que, até 2026, a energia solar seja responsável por 6% da matriz energética do país. Uma pesquisa da Bloomberg aponta que, até 2040, esse índice chegará a 32% no Brasil.

Armazenamento gera economia

A união entre sistemas inteligentes e grandes baterias de íon de lítio, como a de celulares, para armazenamento de energia elétrica pode gerar uma economia de cerca de 15% para empresas que são grandes consumidoras de eletricidade.

O grupo Comerc está trazendo a novidade para o Brasil por meio da junção com a Micropower Energy, fundada pelo ex-vice-presidente da Tesla Energy Marco Krapels. O executivo norte-americano informou que a parceria com a empresa brasileira já gerou frutos e que três clientes brasileiros da Comerc receberão baterias importadas para a gestão do consumo de energia até o fim do primeiro trimestre de 2019. “Já saímos da fase de planejamento e temos contratos assinados”, comemora Krapels.

A empresa não informa o nome dos clientes, mas, segundo o presidente do grupo Comerc, Cristopher Vlavianos, dois estão na cidade de São Paulo, e um, no Nordeste. Os três clientes estão no mercado cativo, ou seja, não compram energia no mercado livre. O investimento da Comerc em 2019 será de R$ 65 milhões, e 75% desse valor irá para projetos de eficiência energética e armazenamento por meio de baterias.

Segundo Krapels, a redução dos preços das baterias no mercado mundial tem permitido o investimento no armazenamento de energia. “Em cinco anos, (o preço das baterias) caiu 50% e, nos próximos três anos, vai cair outros 50%”, avalia o executivo. Vlavianos ressalta que as baterias precisam “de um software que faça a gestão das tarifas” para que a economia aconteça. Segundo o presidente do grupo, o uso da tecnologia já é possível no mercado brasileiro sem mudanças regulatórias.

O diretor de eficiência energética e energia solar da Comerc Energia, Marcel Haratz, afirma que o armazenamento de energia por bateria, aliado às fontes renováveis, como a solar, é uma tecnologia “desruptiva” para o setor elétrico. “Será possível armazenar energia e compartilhá-la com o vizinho”, afirma Haratz.

Leia mais em: https://www.otempo.com.br/capa/economia/minas-gerais-lidera-a-gera%C3%A7%C3%A3o-de-energia-solar-no-brasil-1.2087796

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Alemanha investe, e energia renovável alcança 40% no país

Os recursos renováveis superaram o carvão como principal fonte energética da Alemanha pela primeira vez no ano passado, representando pouco mais de 40% da geração de eletricidade, revelou uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira.

A guinada é um avanço no momento em que a maior economia da Europa almeja obter 65% de sua energia de recursos renováveis até 2030, mas também uma transição custosa para um país que decidiu descartar a energia nuclear até 2022, e traça planos para abandonar o uso do carvão no longo prazo.
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A pesquisa da organização de ciências aplicadas Fraunhofer mostrou que a geração de energia solar, eólica, de biomassa e hidrelétrica cresceu 4,3% no ano passado e produziu 219 terawatt-horas (TWh) de eletricidade, parte da geração de energia nacional total de 542 TWh derivada de combustíveis fósseis e verdes, na qual a queima de carvão somou 38%.

A fatia verde da geração energética da Alemanha foi de 38,2% em 2017 e 19,1% em 2010.

A energia solar aumentou 16%, chegando a 45,7 TWh, graças a um verão quente e longo, e a capacidade instalada cresceu 3,2 gigawatts (GW) e alcançou 45,5 GW no ano passado, segundo os dados da Fraunhofer.

A indústria de energia eólica gerou 111 TWh, cifra que combinou a infraestrutura terrestre e costeira de pouco menos de 60 GW, constituindo 20,4% da geração de energia total do país.

A energia hidrelétrica só representou 3,2% da geração energética, com 17 TWh, já que o calor de verão extremo secou rios e foi acompanhado de uma precipitação baixa. A contribuição da biomassa foi de 8,3%.

Leia mais em:https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2019/01/03/alemanha-investe-e-energia-renovavel-alcanca-40-no-pais.htm

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Energia solar irá liderar matriz energética em 2040, afirma Absolar

A potência instalada fotovoltaica do País, impulsionada pelos parques solares (usinas de maior porte) e pela geração distribuída (produção de eletricidade no local de consumo, por consumidores menores, com painéis fotovoltaicos), é hoje na ordem de 1.613 MW, tendo recentemente atingido 1% de participação na matriz elétrica nacional.

Porém, é esperado um salto para o setor. Conforme a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), em 2040 a fonte solar alcançará cerca de 126 mil MW, conquistando o posto de primeira fonte no ranking da matriz, com 32% de participação, superando a hidreletricidade, que terá 29%.
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O presidente executivo da entidade, Rodrigo Sauaia, prevê que em um futuro, não muito distante, será inconcebível construir um edifício, uma residência ou um prédio público e não incluir um sistema de geração de energia solar, porque será tão barato que não fará sentido não aproveitar essa solução.

No mundo, a capacidade instalada de energia solar é de 402,5 mil MW, sendo que, no ano passado, cresceu 98 mil MW. O presidente executivo da Absolar frisa que, enquanto o uso da geração solar vem aumentando, o preço de produção vem caindo no âmbito global. Na década de 1970, 1 watts solar custava cerca de US$ 76 e atualmente esse valor baixou para em torno de US$ 0,30.

Para Sauaia, esse cenário contribui para espalhar o crescimento dessa tecnologia em países emergentes. O dirigente salienta que o século XX foi das fontes fósseis, mas o XXI será diferente, passando por uma transição energética.

A expectativa é de que em 2050 cerca de 40% da capacidade instalada mundial de energia elétrica seja proveniente da fonte solar.

Hoje, esse percentual é algo entre 1% a 2%, apenas. No Brasil, a geração distribuída também tem muito espaço para se desenvolver já que representa, no momento, menos de 0,01%, da demanda local.

Até novembro deste ano, a modalidade significava uma capacidade de 565,8 MW, sendo que 99,5% dos empreendimentos de geração nessa área são fotovoltaicos.

O estado que mais tem aproveitado essa alternativa no País é Minas Gerais, com 103,4 MW de energia solar de capacidade em projetos de geração distribuída, seguido do Rio Grande do Sul, com 70,2 MW.

Sem contar as usinas solares de maiores portes, o investimento dos pequenos consumidores em sistemas fotovoltaicos, até o momento, foi de aproximadamente R$ 2,5 bilhões.

Sauaia vê as oportunidades ampliarem-se com a possibilidade do uso de baterias para armazenar a energia e a utilização nos horários de maior demanda.

Apostando nessa área, a Comerc Energia, maior gestora de energia no País, investirá mais de R$ 65 milhões em 2019, sendo que as unidades de eficiência energética e iniciativas de armazenamento de energia em baterias deverão ser responsáveis por 75% desse total.

A ideia do grupo é alugar essas baterias (a menos que o cliente queira comprar o equipamento), focando-se nos mercados industrial e comercial, detalha o presidente da Comerc, Cristopher Vlavianos.

Os três primeiros projetos da empresa serão instalados no começo do próximo ano, sendo dois na Região Sudeste e um na Nordeste.

O diretor da Comerc ESCO (empresa subsidiária do grupo), Marcel Haratz, argumenta que, com o armazenamento da energia, é possível aproveitar a eletricidade em períodos em que a distribuidora cobra mais caro pelo insumo (horário de ponta) e substituir geradores a diesel de uma forma mais barata e menos poluente.

Ainda serve como um recurso de segurança (backup) em caso de problemas no fornecimento de energia por parte da concessionária. As baterias de Íons de Lítio, destaca Haratz, podem ser carregadas por sistemas fotovoltaicos, por exemplo, ou até mesmo direto na rede elétrica.

Consumo de eletricidade cresce no País Sobre o consumo de energia no Brasil, o presidente da Comerc, Cristopher Vlavianos, comenta que a projeção do crescimento para 2018 é de 1,6%, menos da metade do que foi previsto inicialmente pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) Elétrico e pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que era de 3,7%.

Entre os fatores que implicaram a revisão da estimativa estão a greve dos caminhoneiros, a estagnação da economia e o processo eleitoral.

Para 2019, o executivo adianta que a previsão é de um incremento na carga na ordem de 4%, mas reitera que usualmente essas projeções sofrem correções com o passar do tempo.

Leia mais em: https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2019/01/energia-solar-ira-liderar-matriz-energetica-em-2040/35409#.XC38V1xKjIU

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Governo publica decreto que elimina subsídios da CDE a partir de 2019


O governo publicou nesta sexta-feira (28), conforme antecipado ontem pela Agência CanalEnergia, o decreto presidencial que elimina paulatinamente ao longo dos próximos cinco anos subsídios embutidos nas tarifas de energia elétrica dos consumidores. A norma prevê, a partir de 1º de janeiro de 2019, a redução anual de 20% desses descontos nas contas de luz.

Com isso, os processos de reajuste e de revisão tarifária no ano de 2023 eliminarão a última parcela de subsídios que ainda estiver embutida nas contas de luz. O decreto extingue ainda a cumulatividade de descontos em irrigação e aquicultura na área rural, medida que atualmente permite a um mesmo beneficiado ter acesso aos dois subsídios ao mesmo tempo.

O principal alvo do decreto é a Conta de Desenvolvimento Energético, cujo orçamento cresce continuamente ao longo desta década, chegando a R$ 20 bilhões este ano. A partir de um Grupo de Trabalho criado em outubro de 2016 para elaborar um plano de redução estrutural das despesas da CDE, o tema foi alvo de Consulta Pública em maio deste ano.

Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53085576/governo-publica-decreto-que-elimina-subsidios-da-cde-a-partir-de-2019