terça-feira, 10 de abril de 2018

BNDES facilita empréstimo para projetos de energia no mercado livre

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pretende estrear neste ano uma nova forma de financiamento a projetos de geração de energia, que levará em conta toda a previsão de receita dos empreendimentos, inclusive com a venda da produção nos chamados mercados livre e spot de eletricidade.

A superintendente da área de energia do banco, Carla Primavera, disse à Reuters que a ideia é tornar os empréstimos mais flexíveis e próximos da estratégia dos investidores do setor elétrico. O novo modelo já está sendo oferecido aos investidores.

O banco geralmente atrela seus financiamentos aos contratos que as usinas de geração fecham antecipadamente com distribuidoras em leilões promovidos pelo governo, no chamado mercado regulado.

Mas os investidores tradicionalmente buscam ampliar a receita de seus projetos com a negociação de parte da energia no mercado livre, onde podem fechar contratos com indústrias ou comercializadoras, muitas vezes com preços melhores.

“Eu gostaria muito de poder já fazer mais de um projeto com esse modelo (em 2018). Tivemos leilões de energia em dezembro e na semana passada, e a gente espera receber esses empreendedores no banco e entender a estratégia desses projetos, discutir esse novo modelo de financiamento”, afirmou ela.

Nesse sentido, o BNDES não exigirá dos projetos um percentual mínimo de energia vendida às distribuidoras, no mercado regulado, nem um prazo ou preço específico para os contratos no mercado livre que poderão ser considerados no momento de calcular o nível de alavancagem dos empreendimentos.

O banco também poderá estimar receitas das usinas no mercado de curto prazo, onde a geração é vendida pelo preço spot, ou Preço de Liquidação das Diferenças (PLD).

“A gente vai modular o perfil de repagamento do financiamento olhando para o perfil de comercialização dos projetos. O contrato no mercado livre não vai precisar corresponder ao mesmo prazo do financiamento, e a gente trabalharia no fundo com expectativas também de PLD”, explicou a superintendente.

Ela afirmou que a nova estrutura de financiamentos leva em conta também uma previsão de que as distribuidoras de energia estão com uma demanda mais baixa devido à crise econômica enfrentada pelo país, o que tem aumentado a busca de investidores em geração por vendas no mercado livre.

A superintendente do BNDES citou como outra medida importante para melhorar os financiamentos ao setor de energia uma ampliação para 18 meses no prazo para que projetos viabilizados em leilões peçam o enquadramento no banco, visando futuros empréstimos, ante seis meses anteriormente.

Segundo ela, muitos empreendedores pediam o enquadramento com os projetos ainda em fase inicial, sem definições importantes, como fornecedores e licenciamento ambiental, o que atrasava a análise dos pleitos pelo banco.

“Nosso prazo, desde que passou a se implementar essa medida, vem se reduzindo, porque recebemos o projeto mais maduro e temos capacidade de interagir melhor com o empreendedor e entregar o (financiamento de) longo prazo em tempo menor”, disse.

Desembolsos
A área de energia elétrica do BNDES prevê 13 bilhões de reais em desembolsos em 2018, com leve recuo de 3 por cento ante os 13,43 bilhões de reais no ano anterior.

O número é bastante distante de um recorde de 21 bilhões de reais liberados pelo banco de fomento em 2015, mas também fica bem acima dos apenas 9,2 bilhões registrados em 2016, ano impactado pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff e por uma recessão econômica no país.

Neste ano, segundo apresentação do banco vista pela Reuters, a área de energia já recebeu cerca de 1,6 bilhão de reais em desembolsos no primeiro trimestre, com predomínio de financiamentos a parques eólicos, que receberam quase 960 milhões, e distribuição de eletricidade, com 473 milhões.

Já projetos de transmissão receberam 110,7 milhões e hidrelétricas tiveram 49 milhões.

O BNDES soma aprovações de quase 193 bilhões de reais em financiamentos para a área de energia elétrica desde 2003, com destaque para hidrelétricas, com 68,4 bilhões; usinas eólicas com 36,2 bilhões; e aportes em distribuição, com 34 bilhões.

Leia mais em: https://exame.abril.com.br/economia/bndes-facilita-emprestimo-para-projetos-de-energia-no-mercado-livre/

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Energia renovável movimenta pesquisadores brasileiros

Da energia total gerada no Brasil, 6% vêm do Sol e dos ventos; e a previsão é de que, em 2040, essas fontes renováveis representem 43% da matriz energética. Nesse desafio de mexer nas estruturas reduzindo o uso de combustíveis fósseis — projeto traçado por outros países —, o trabalho de cientistas pode ocupar lugar estratégico. Espera-se das universidades e dos institutos, por exemplo, soluções para aproveitar os recursos com o máximo de eficiência e o mínimo de resíduos tóxicos.

Há iniciativas nesse sentido em universidades brasileiras. Entre os projetos estão a implantação de painéis fotovoltaicos flutuantes sobre lagos de hidrelétricas, o uso de uma usina solar para suprir até 8% do consumo de eletricidade em um câmpus universitário no semiárido nordestino e a construção de uma biorrefinaria que produzirá combustíveis ecológicos a partir de microalgas.

Continua depois da publicidade

“Nosso país vem apostando nas energias renováveis como solução estratégica para a diversificação da matriz elétrica nacional e a democratização do setor. Como resultado, particularmente nos casos de solar e eólica, os mercados vêm crescendo exponencialmente no Brasil”, afirma Alexandre Costa, diretor de Eólica do Centro de Energias Renováveis da Universidade Federal de Pernambuco (UPFE). O centro conduz estudos para a criação e o aprimoramento de painéis fotovoltaicos e turbinas eólicas, além de análises estatísticas para monitorar e prever a eficiência desses sistemas.

Um dos projetos mais recentes é a instalação de usinas solares flutuantes no lago de duas hidrelétricas: Balbina, no Amazonas, e Sobradinho, na Bahia. Balbina será a primeira a ter os equipamentos instalados. Segundo a Eletronorte, que também participa do projeto, o sistema deve entrar em operação em julho. Já em Sobradinho, sob a supervisão da Eletrobras Chesf, os equipamentos começarão a ser montados em junho e espera-se que o sistema esteja completo ainda neste ano.

Cada local receberá painéis com potência de 5MWp, e a intenção da iniciativa-piloto é estudar como esse sistema se comporta e como utilizá-lo em larga escala no país. “A tecnologia já vem sendo implementada em alguns locais da Europa, mas não em lagos de hidrelétricas. O projeto é inédito dentro desse enfoque e representa um grande desafio, com inúmeras possibilidades”, afirma Elielza Moutra, professora e pesquisadora em energias renováveis pela UFPE.

Segundo Elielza Moutra, os lagos são áreas livres e ensolaradas, o que favorece a instalação dos painéis. Além disso, o equipamento cobre parte da superfície do lago, diminuindo a perda de água do reservatório por evaporação. “Ao mesmo tempo, a cobertura evita que os módulos fotovoltaicos, cuja eficiência decai com o aumento de temperatura, aqueçam. Todas essas possibilidades estão sendo pesquisadas e testadas”, complementa.

Usina solar
No câmpus da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa) em Mossoró, no Rio Grande do Norte, há quase um ano e meio, funciona uma usina solar que produz parte significativa da energia consumida pela instituição. A estrutura tem 580 painéis fotovoltaicos e gera aproximadamente 18 MWh por mês. A quantidade varia, mas representa entre 5% e 8% do consumo de energia elétrica do local e resulta em até R$ 8.000 de economia mensal, segundo a professora Diana Lunardi, presidente da Comissão Gestora do Plano de Gestão de Logística Sustentável da universidade.

A usina tem contribuído para estudos sobre a adaptação da tecnologia à região, um dos focos da Ufersa. Entre eles estão a criação de um dispositivo para monitorar o acúmulo de poeira nos painéis. Como o clima é muito seco, uma camada de poeira sobre as placas pode dificultar a absorção da luz solar, diminuindo sua eficiência.

Temperaturas altas também podem prejudicar a geração de energia, pois o silício, sendo um material semicondutor, perde a eficiência ao ser aquecido. Por isso, outros projetos da universidade incluem soluções para reduzir a temperatura de operação, aumentando a geração de energia dos módulos fotovoltaicos, e o desenvolvimento de um sensor para determinar a intensidade da radiação solar.

Diana Lunardi ressalta que a região é propícia para esse tipo de estudo. “O Brasil tem um grande potencial para a produção de energia solar, já que a irradiação média anual varia entre 1.200 e 2.400 kWh por metro quadrado a cada ano. Entre as regiões, a Nordeste apresenta os maiores valores de irradiação solar, com maior média e menor variabilidade anual”, explica.

A opinião é compartilhada por Tarcísio Bacelar, pesquisador da UFPE. “O sistema elétrico nacional já dispõe de elevado grau de flexibilidade em decorrência do grande uso da geração hidrelétrica, além da existência de um sistema de transmissão de dimensão continental. Dessa forma, o Brasil conta com uma posição privilegiada para acomodar uma expansão das energias renováveis intermitentes, como a solar e a eólica”, justifica.
Continua depois da publicidade


Eficácia máxima
O watt-pico é a unidade padrão para medir a potência de painéis fotovoltaicos. Representa a quantidade de energia gerada pelo dispositivo quando está trabalhando na capacidade máxima, pois a eficiência dos painéis varia de acordo com a temperatura e a luz do sol, por exemplo.


Fonte: Correio Braziliense



Leia mais em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/tecnologia/2018/04/09/interna_tecnologia,672088/pesquisas-de-energia-renovavel-no-brasil.shtml

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Governo agenda leilão de energia A-6 para 31 de agosto

O Ministério de Minas e Energia agendou para 31 de agosto um leilão de energia que contratará novos projetos de geração para início das operações a partir de janeiro de 2024, o chamado "A-6", segundo portaria da pasta no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

O certame tem inscrições abertas para empreendimentos de geração hidrelétrica, usinas eólicas, termelétricas à biomassa e a gás natural-- inclusive em ciclo aberto, ciclo combinado e ampliação de usina existente a gás por meio de fechamento do ciclo térmico.

Os vencedores da licitação fecharão contratos para a venda da produção futura das usinas às distribuidoras de eletricidade por um período de 30 anos, no caso das hidrelétricas, 25 anos para as termelétricas e 20 anos para as usinas eólicas.

Os contratos para usinas hidrelétricas e eólicas serão na modalidade "por quantidade de energia elétrica", enquanto as termelétricas fecharão contratos "por disponibilidade de energia", segundo a portaria do ministério.

Acesse a íntegra da publicação do Ministério de Minas e Energia no Diário Oficial: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=06/04/2018&jornal=515&pagina=156&totalArquivos=278

Leia mais em:
https://extra.globo.com/noticias/economia/governo-agenda-leilao-de-energia-6-para-31-de-agosto-22563840.html

quinta-feira, 5 de abril de 2018

MME decide deixar a solar de fora do A-6 deste ano


A maior vencedora do leilão A-4 de 2018, a solar fotovoltaica, não participará do A-6 programado para ser realizado até o mês de agosto. A decisão foi tomada pelo Ministério de Minas e Energia diante da perspectiva de uma demanda menor do que a imaginada pelo governo para o certame que contratará novos projetos para 2024.
De acordo com o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do MME, Eduardo Azevedo, a decisão é pontual e não vale para os demais certames. Ele revelou que a exclusão da fonte deve-se ao fato de que a demanda declarada pelas distribuidoras com vistas ao A-6 frustrou as expectativas do governo e que por isso não haveria espaço para todas as fontes.
“Até por conta desse cenário procuramos privilegiar a contratação da fonte solar neste leilão já que não será aberta ao A-6 que apresentou uma demanda menor do que imaginamos, não estou dizendo que será baixa, mas menor do que previsto”, afirmou o representante do ministério após o leilão A-4.
Essa é uma das justificativas que levou o governo a um maior volume de contratação da solar fotovoltaica no certame realizado nesta quarta-feira, 4 de abril, em São Paulo. De um volume total de pouco mais de 1 GW de potência viabilizada, 806,6 MW são originados dessa modalidade de geração.
A solar só perdeu em termos de deságio para a eólica que teve apenas 4 parques de um mesmo empreendedor na Bahia. Segundo o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica, que esteve presente ao leilão, Tiago Correia, o patamar abaixo de R$ 70/MWh não pode ser considerado como o preço da fonte, um dos motivos é o baixo número de projetos. Contudo, afirmou que esse nível de preço pode ser o possível de ser alcançado. E que, ao considerar o leilão do ano passado, a faixa de preços normal pode ser considerada entre R$ 108 e R$ 70/MWh.
Mudanças
De acordo com Azevedo, do MME, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, deverá assinar ainda hoje uma portaria com a determinação de que a fonte eólica deverá passar a ser contratada em leilões na modalidade de quantidade e não mais por disponibilidade como vinha sendo feito desde o início de sua participação dos certames da Aneel. Essa determinação, uma das últimas da gestão do ministro deverá entrar em vigor já para o próximo leilão, o A-6.
Essa decisão poderá levar a um aumento de preços para a fonte, admitiu o executivo. Mas essa elevação, acrescentou ele, não deverá mudar expressivamente o cenário, pois a fonte continua a apresentar redução de custos e, por isso, não deverá ser notado impacto nas tarifas.
O mesmo formato de contratação, revelou ele, poderá ser estendido à fonte solar fotovoltaica, contudo, ainda não confirmou se essa portaria deverá incluir a fonte, até porque, a tomar como base o calendário de contratações de novos projetos, a fonte deverá ter novos CCEARs fechados somente no ano que vem.
Leia mais em: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53056907/mme-decide-deixar-a-solar-de-fora-do-a-6-deste-ano

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Começa leilão de energia nova A-4 operacionalizado pela CCEE

Na etapa inicial, com previsão de duração de dez minutos, os empreendedores cadastrados apresentarão seus lances iniciais e informarão a quantidade de energia ofertada. Neste momento, os empreendimentos também disputam a conexão com a rede de transmissão, em particular nas áreas onde há restrições de escoamento.

Em seguida terá início a etapa contínua, em que os proponentes irão apresentar novos lances, até o fechamento do leilão.

Tendo em vista o grande número de projetos cadastrados, a expectativa é de uma forte competição. Ao todo, foram cadastrados 1,672 mil projetos junto à Empresa de Pesquisa Energética (EPE), totalizando 48.713 MW de capacidade instalada.

O certame negociará Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEARs) nas modalidades quantidade e disponibilidade. Na modalidade por quantidade, será contratada energia proveniente de empreendimentos hidrelétricos, com prazo de suprimento de 30 anos. Já na modalidade por disponibilidade, serão contratados empreendimentos eólicos, fotovoltaicos e termelétricos a biomassa, com prazo de 20 anos.

Serão aceitas propostas para quatro produtos distintos: um produto por quantidade, ao preço máximo de R$ 291/MWh, e três por disponibilidade: um para fonte eólica (R$ 255/MWh), outro para o qual disputarão as fontes termoelétrica a biomassa (R$ 329,00/MWh) e um terceiro produto para a fonte solar, com preços iniciais em R$ 312,00/MWh.


Os vencedores firmarão contratos de fornecimento com as concessionárias de distribuição de energia elétrica, que participam do certame, como compradoras, a fim de suprir a demanda de seus mercados.


Leia mais em: http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2018/04/comeca-leilao-de-energia-nova-a-4-operacionalizado-pela-ccee-10220394.html

terça-feira, 3 de abril de 2018

Fornecimento de energia elétrica no país melhora em 2017, segundo indicadores da Aneel

A qualidade dos serviços de distribuição de energia elétrica melhorou em 2017 conforme apontam os indicadores DEC* e FEC** apurados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Ao longo do ano passado, os consumidores ficaram 14,35 horas em média sem energia (DEC), o que representa uma redução de 9,23% do valor registrado em 2016 de 15,81 horas em média.

O valor do DEC no ano de 2017 é o menor valor histórico para esse indicador. A frequência (FEC) no número de interrupções se manteve em trajetória decrescente, com redução de 8,87 interrupções em média em 2016 para 8,20 interrupções em média por consumidor em 2017, o que significa uma melhora de 7,55% no período.

O avanço é resultado de ações da ANEEL como as novas regras de qualidade do fornecimento nos contratos de concessão das distribuidoras, a adoção de planos de resultados para as distribuidoras que apresentavam pior desempenho, compensação financeira ao consumidor, fiscalizações da Agência e definição de limites de interrupção decrescentes para as concessionárias.

Confira abaixo os gráficos com o histórico dos indicadores DEC e FEC:

* DEC – Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora – Tempo que, em média, no período de observação, cada unidade consumidora ficou sem energia elétrica.

** FEC – Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora – Número de interrupções ocorridas, em média, no período de observação.

O valor de compensações pagas ao consumidor, em consonância com a melhoria no serviço, caiu de R$ 571,12 milhões, em 2016, para R$ 477,16 milhões em 2017.

Desempenho por distribuidora

A ANEEL avaliou todas as concessionárias do país no período de janeiro a dezembro de 2017, divididas em dois grupos: 33 concessionárias de grande porte, com número de unidades consumidoras maior que 400 mil; e 25 concessionárias de menor porte, com o número de unidades consumidoras menor ou igual a 400 mil.

Das empresas com mais de 400 mil consumidores, as melhores colocadas foram Energisa Minas Gerais (EMG) em primeiro, seguida da Companhia Energética do Maranhão (Cemar).

As distribuidoras que mais evoluíram em 2017 foram a Energisa Minas Gerais e a Energisa Tocantins com um avanço de 8 posições em comparação ao ano de 2016.

As últimas posicionadas foram a Enel Goiás, em 33º, e a Eletrobras Alagoas, em 32º lugar. A concessionária que mais regrediu no ranking foi a Energisa Sergipe com recuo de 8 posições em comparação a 2016.

Das empresas com até 400 mil consumidores, as melhores foram: Energisa Borborema (EBO, PB) em primeiro, Empresa Força e Luz João Cesa (EFLJC, SC) em segundo. As últimas nesse grupo foram a Forcel em 25º, e a Eletrobras Roraima em 24º.

Abaixo as tabelas com os rankings:

Ranking Concessionárias de Energia 2017

A classificação é elaborada com base no Desempenho Global de Continuidade (DGC), formado a partir da comparação dos valores apurados de DEC e FEC das concessionárias em relação aos limites estabelecidos pela ANEEL para esses indicadores.

O ranking é um instrumento que incentiva as concessionárias a buscarem a melhoria contínua da qualidade do serviço. Desde 2013, o ranking é considerado na movimentação tarifária das distribuidoras de energia elétrica.

O ranking da continuidade do serviço é publicado anualmente pela ANEEL. Veja aqui o ranking dos anos anterior.


Leia mais em: https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2018/04/fornecimento-de-energia-eletrica-pais-melhora-em-2017/33933

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Governo define cronograma de leilões de energia para 2018

O governo federal estabeleceu oficialmente nesta segunda-feira um cronograma de leilões para contratação de energia elétrica em 2018, de acordo com portaria do Ministério de Minas e Energia no Diário Oficial da União.
Para 4 de abril está previsto o Leilão de Energia Nova A-4, que contratará novas usinas para entrada em operação a partir de 2022. Para o "segundo quadrimestre" do ano está previsto o Leilão de Energia Nova A-6, para projetos com entrega em 2024.
Um leilão específico para a contratação de usinas de fontes alternativas, como parques eólicos e solares, que chegou a ser cogitado pelo governo, ficou de fora do planejamento oficial para este ano.
Fora esses certames, para viabilizar novos projetos de geração, o governo também planeja promover dois leilões de compra de energia proveniente de empreendimentos de geração existentes.
Os dois leilões de energia existente, o A-1, e o A-2, deverão acontecer no quarto trimestre.

Leia mais em: https://extra.globo.com/noticias/economia/governo-define-cronograma-de-leiloes-de-energia-para-2018-22546715.html