terça-feira, 11 de abril de 2017

Abel Holtz, consultor: Temos que começar já!

Cada dia fica mais difícil perceber o que vamos vivenciar dentro de poucos meses quando falamos de sobrecontratação ao tempo no qual noticiam que as térmicas serão ligadas principalmente no Nordeste, que o potencial hidroelétrico remanescente que fica na Amazônia, apesar de ter apurados estudos quanto aos impactos socioambientais, são engavetados, algumas das usinas existentes estão em litigio ou têm problemas com o GSF, as térmicas a gás natural não sabendo por quanto tempo serão acionadas não podem firmar contratos de fornecimento de combustível de longo prazo com preços mais baratos, as usinas das fontes eólicas, solares e biomassa sofrem impacto de custos de financiamento mais altos ou que perdem a escala da cadeia produtiva, as linhas de transmissão sofrem atrasos mensuráveis e não ficam prontas para atender o despacho das usinas, retirando em alguns casos a rentabilidade do empreendimento de geração, as indenizações de transmissoras e geradoras ainda sem definição clara, e ao final os consumidores terão que pagar mais caro pela energia a que venham consumir.
Entendendo que os problemas não são somente esses ainda vamos conhecer as novas projeções das necessidades futuras para os próximos dez anos que apontam para incremento de mais de 15.000 MWmedios de novas usinas considerando, queremos crer, a continuidade da importação da cota parte de energia de Itaipu de propriedade do Paraguai, como também, a continuidade da eficiência dos ventos e incremento da fonte solar, já que as hidrelétricas estão “amarradas”, as térmicas continuarão operando sazonalmente, e as nucleares, além da desistência internacional desta fonte em muitos dos Países no mundo, estaríamos incitando os ambientalistas, e como afirmam novas unidades somente poderão ser iniciadas com a participação privada e após a operação de Angra 3.
Para as novas projeções de incremento da oferta vamos aguardar a publicação do novo PDEE nos meses vindouros.
Agora com relação à cota parte do Paraguai em Itaipu como já foi referenciado pelo novo diretor-geral brasileiro na Itaipu Binacional, teremos que estabelecer o novo regramento para operação da usina e comercialização da energia na realidade que se impõe após o fim do prazo do atual Tratado. Temos também que definir se a partir do termino das regras atuais em 2023, as distribuidoras que hoje mandatoriamente por Lei especifica são obrigadas a absorver a energia a preços definidos pela Agência Reguladora para potência de sua parcela, ou mesmo, se os preços a serem praticados a partir daí, considerarão a máxima de que terão que ser mais baratos porque a usina estará amortizada, mesmo considerando os investimentos já definidos para modernização dos atuais equipamentos e controles, ou como já foi “esquecido”, aplicação deste conceito na relicitação das hidrelétricas que será realizada em setembro, como afirma o Ministério da Energia, não foi utilizada.
A pergunta que pode deixar de ser feita: Será que o nosso parceiro, o Paraguai, pensaria desta mesma forma? Pelo que já foi publicado na imprensa daquele País, não. Pensam até em preços da ordem de US$ 84.00 por Megawatt hora para a venda da energia ao Brasil e outros compradores.
Do lado do Paraguai também há ajustes a serem feitos na estrutura da mesma Itaipu Binacional, tendo presente que hoje, os valores pagos pela energia da cota parte, deduzidos os custos de operação, são direcionados ao Tesouro Nacional e na nova realidade em 2023 sendo a empresa Administracion Nacional de Electricidad (ANDE) a operadora e a comercializadora da energia cremos que não gostaria de ter uma estruturação como aquela que hoje está definida no Tratado Binacional.
Devemos começar a estruturar a nova realidade desde já como colocou o novo diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, pois além da nova roupagem do Tratado, a redefinição ou não da forma e do responsável pelo comando da operação hoje com ditames dados pelo Sistema Elétrico Brasileiro, a permanência ou não da legislação que foi imposta ainda no regime militar, para que as distribuidoras brasileiras sejam obrigadas a comprar a energia, se a energia desta cota parte será escalonada de tal forma que possamos no Brasil construir novos empreendimentos na mesma cadencia, etc...
O tempo é curto, 2023 esta logo ali. Devemos por fim lembrar que, o quer que venha a ser discutido e definido neste caso, orientará as definições para outros empreendimentos já identificados com outros dos nossos vizinhos e, lembrando ainda que, tanto no Paraguai como no Brasil, em 2018 teremos eleições presidenciais definindo novos atores e eventualmente conceitos não convergentes. Portanto temos que começar a estudar o tema e iniciar negociações para que tenhamos definido antes do termino dos atuais mandatos presidenciais a estrutura que permitirá a continuidade da cota parte do Paraguai a suprir nossa demanda em condições aceitas pelas Partes.
Abel Holtz é engenheiro e empresário estuda e desenvolve trabalhos na área de concessões particularmente no setor elétrico

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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Carga de energia aponta recuo de 1,9% em abril, atualiza ONS

A carga nacional de energia elétrica, representada pelo consumo mais as perdas de energia, deverá atingir 66.926 MW médios em abril, o que representa um recuo de 1,9% em relação ao mesmo mês de 2016. Na semana passada, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estimava um recuo de 1,4%. Segundo o ONS, apenas o Nordeste deve apresentar avanço positivo na carga (3%) em abril, com quedas de 2,6% no Sudeste/Centro-Oeste, de 4,4% no Sul e de 0,7% no Norte. A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 7 de abril.

O ONS ainda atualizou a previsão de chuvas que poderá chegar aos reservatórios das hidrelétricas em abril, medido pela Energia Natural Afluente (ENA). A expectativa é que o Sudeste receba 70% da Média de Longo Termo (MLT), ante uma previsão de 68% para o mês. O Sudeste é o principal reservatório por representar 70% da capacidade de armazenamento de energia do país. Houve melhora no Sul, para 85% da MLT ante 75%; no Nordeste, para 26% da MLT ante 22%; e no Norte, para 76% da MLT ante 72%.

Com uma previsão hidrológica mais positiva e um recuo da carga, o custo marginal de operação reduziu de R$ 420,28/MWh para R$ 351,28/MWh, em média, para os subsistemas Sudeste e Sul. O Nordeste passou de R$ 425,71/MWh para R$ 344,39/MWh. O Norte segue com CMO nulo.
 
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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Estudo quer ampliar Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no setor elétrico

Ampliar as discussões entorno dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na área de energia elétrica é o objetivo do documento "Integração dos ODS no Setor Elétrico Brasileiro". O estudo parte de uma iniciativa do Pacto Global, braço das Nações Unidas para temas que envolvem sustentabilidade e desenvolvimento no mundo, e conta a promoção dos grupos Enel e CPFL. A ação, lançada nesta quinta-feira (6) durante evento em São Paulo, tem ainda o apoio de associações do setor como Abradee, Abrajet, Apine e Abeeólica, que compartilharão as premissas e diretrizes da iniciativa com seus associados.
A ideia do trabalho é desenvolver um estudo setorial pioneiro envolvendo o mercado de energia – distribuição, geração, transmissão e comercialização – com dados do setor, direcionamentos e sugestões de práticas para cumprir os objetivos de desenvolvimento sustentável. Também lançado hoje, o trabalho "Integração dos ODS na Estratégia Empresarial – Um Contribuição do Comitê Brasileiro do Pacto Global (CBPG) para a agenda 2030" foi desenvolvido pela Rede Brasil do Pacto Global, por meio do GT Energia e Clima e GT ODS. CPFL e Enel atuam conjuntamente na promoção do estudo, realizado pela FEARP/USP.

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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Capacidade do parque gerador brasileiro chega a 152 mil MW em fevereiro

A capacidade instalada do parque gerador do país atingiu 152 mil MW em fevereiro deste ano, 9,7 mil MW a mais na comparação com o mesmo mês de 2016. De acordo com dados do Boletim Mensal de Monitoramento produzido pelo Ministério de Minas e Energia, nos 12 meses findos em fevereiro foram acrescidos 5.891 MW de fonte hidráulica, 2.221 MW de eólica, 1.651 MW de térmicas e 1 MW de solar.
O levantamento, divulgado pelo MME nesta quarta-feira, 5 de abril, compila ainda um montante de 98 MW de geração distribuída adicionados a partir de janeiro deste ano, dos quais 66 MW referem-se à fonte solar, 15 MW à fonte térmica, 10 MW à fonte eólica e 7 MW à CGH.
A fonte hidráulica lidera também a produção total de energia elétrica para atendimento ao Brasil, chegando a 80,8% do total gerado em janeiro de 2017 – 2,6 pontos percentuais superior ao verificado no mês anterior. Já o consumo no primeiro mês do ano atingiu 51.031 GWh, incluindo autoprodução e acrescido das perdas. O valor é 4,4% superior ao verificado em dezembro de 2016.
O número de unidades consumidoras residenciais cresceu 2,1% em 12 meses. Apenas em fevereiro entraram em operação comercial 174,5 MW de capacidade instalada de geração, 12 km de linhas de transmissão e 1.422 MVA de transformação na rede básica.

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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Raphael Gomes, advogado: A descontratação de energia de reserva e a expectativa de novos leilões

I - DO CONTEXTO DA ALTERAÇÃO NORMATIVA
A recessão econômica pela qual passa o Brasil, aliada ao forte aumento das tarifas em 2015, ocasionou a queda do consumo de energia elétrica e o aumento da migração de consumidores potencialmente livres para o Ambiente de Contratação Livre - ACL.
Tais fatos foram agravados, ainda, por uma série de medidas políticas, nos anos de 2012 e 2013, que resultaram em queda artificial e momentânea nas tarifas para os consumidores cativos, o que contribuiu para aumento da demanda e obrigou as Distribuidoras a participarem de "leilões emergenciais", nos quais tiveram que adquirir energia praticamente ao preço teto do PLD.
Esse sucinto cenário ajuda a explicar o tão discutido desequilíbrio na contratação de energia pelas Distribuidoras.
As Distribuidoras, que há 3 anos estavam tendo problemas de fluxo de caixa devido às seguidas exposições ao Mercado de Curto Prazo (subcontratadas), hoje possuem energia excedente à sua carta (sobrecontratadas), ultrapassando o limite regulatório de 105% de contratação, o qual permite o repasse dos custos de aquisição de energia para a tarifa.
Objetivando minimizar a atual situação de sobrecontratação, o Governo Federal e ANEEL já tinham adotado uma série de medidas, dentre as quais se destacam:
a) a edição da Resolução Normativa ANEEL nº 711/2016, que tornou mais atrativa a metodologia de celebração de acordos bilaterais no Ambiente Regulado;
b) a alteração do art. 4º da Lei nº 9.074/95, que abre a possibilidade de as Distribuidoras venderem energia elétrica para Consumidores Livres e Especiais; e
c) o cancelamento do 2º Leilão de Energia de Reserva de 2016, apenas 5 dias antes da realização do certame.
Considerando que tais medidas não foram suficientes para resolver por completo o problema, foi publicado, no último dia 31.03.2017, o Decreto nº 9.019, que trata da possibilidade de descontratação de energia de reserva mediante a realização de mecanismo oneroso e competitivo.
II - DAS REGRAS PARA A DESCONTRATAÇÃO DE ENERGIA DE RESERVA
Conforme nova redação dada ao Decreto nº 6.353/2009, a descontratação ocorrerá por meio de mecanismo competitivo, conforme Edital a ser publicado pela ANEEL, seguindo as diretrizes do Ministério de Minas e Energia - MME. A quantidade de energia a ser descontratada será determinada por meio de estudos da Empresa de Pesquisa Energética- EPE.
Poderão participar do certame os vencedores de Leilões de Energia de Reserva que (i) já tenham firmado o Contrato de Energia de Reserva - CER; e (ii) não tenham entrado em operação em teste.
Sagrar-se-á vencedor do mecanismo aquele empreendedor que oferecer o maior “prêmio”, em contrapartida à descontratação. O valor a ser pago será revertido para a Conta de Energia de Reserva - CONER, diminuindo o valor do encargo a ser pago pelos consumidores.
A eficácia da descontratação estará condicionada, além do pagamento do prêmio, ao distrato do CER, cancelamento da habilitação no REIDI e renúncia ao direito relativo a qualquer indenização pelo distrato contratual.
Aspecto importante a ser avaliado pelos empreendedores, é o fato de que o vencedor do procedimento competitivo de descontratação estará proibido de participar dos 2 (dois) Leilões de Energia de Reserva subsequentes. Tal proibição poderá, ainda, conforme Edital a ser divulgado, ser estendida às subsidiárias e controladas da empresa vendedora.
III - CONCLUSÕES E PERSPECTIVAS
A viabilização da descontratação de energia de reserva era uma medida aguardada com ansiedade por grande parte do Setor Elétrico.
Se, por um lado, as Distribuidoras necessitam equilibrar seu portfólio em razão das previsões frustradas de crescimento da demanda em razão da crise econômica, por outro, os consumidores deixarão de arcar com Encargos de Energia de Reserva ainda maiores por uma energia que hoje não lhes é necessária.
O novo mecanismo trouxe, também, a possibilidade de solução para aqueles empreendedores, principalmente solares, que se encontram em atraso nas obras. A preocupação desses vendedores havia aumentado com o veto presidencial ao artigo da Medida Provisória nº 735/2016 que possibilitava a descontratação mediante, no máximo, a retenção de 30% da Garantia de Participação no Leilão.
Adicionalmente, espera-se que, com a descontratação de empreendimentos de energia de reserva (que muito provavelmente não iriam ser concluídos), o MME e a EPE possam ter uma visão melhor da necessidade de expansão da geração para os próximos anos e, finalmente, começar a trabalhar em um calendário concreto para a realização dos próximos Leilões de energia eólica e solar.
Juntamente com o equilíbrio da contratação das Distribuidoras, é de vital importância a realização de novos leilões para incentivar a nacionalização da cadeia produtiva para a energia solar e a sua consolidação para a energia eólica, buscando a sedimentação dessas fontes renováveis em nossa matriz, bem como gerar mais empregos e reduzir seus custos de produção, o que, por uma outra vertente, também trará benefícios incontestáveis para o usuário de energia elétrica.
Raphael Gomes é advogado da área de energia do Demarest

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terça-feira, 4 de abril de 2017

Consumo cai 6% no mercado cativo e cresce 21% no livre em fevereiro, aponta EPE

O consumo nacional de energia elétrica medido pela rede das distribuidoras totalizou 38.593 GWh em fevereiro, nível praticamente estável (+0,2%) em relação ao mesmo mês de 2016, informou a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) em boletim divulgado nesta segunda-feira, 3 de abril.

Destaque para desempenho do mercado livre (ACL) que cresceu 21,2% no período, atingindo o patamar de representatividade de 29,3% no consumo nacional. Esse crescimento é explicado pelo grande número de clientes, formado por pequenos comércios e industriais, que decidiram mudar para o mercado livre. Por outro lado, o consumo do mercado cativo apresentou queda de 6,5% no período, impactado pela crise econômica e pela perda de clientes.

Entre as classes, houve decréscimo no consumo Industrial (-0,9%) e de Comércio e Serviços, (-0,5%) e crescimento na Residencial (+0,6%) e em Outras (+2,9%), sendo esta última onde está contabilizado o setor rural e a iluminação pública. Segundo a EPE, apesar dos sinais positivos em relação à criação de novas vagas de emprego e da melhora da confiança do consumidor, o desempenho do consumo Residencial ainda se mostra em patamar próximo ao realizado no ano de 2014. O fechamento de estabelecimentos em decorrência do enfraquecimento da atividade econômica dos dois últimos anos ainda tem reflexo no consumo Comercial.

Entre as regiões do país, houve crescimento no Sul (+2,3%, para 7.470 GWh) e no Sudeste (+0,6%, para 19.483 GWh), enquanto as demais apresentaram quedas no consumo, sendo 5,3% no Norte (2.216 GWh), 0,9% no Centro-Oeste (2.780 GWh) e 0,4% no Nordeste (6.332 GWh).
 
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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Preço spot de energia sobe 81% por falta de chuvas

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), índice que aponta o preço da energia no mercado de curto prazo, subiu 81% nos submercados Sudeste/Centro-Oeste e Sul ao passar de R$ 235,67/MWh para R$ 426,10/MWh. O valor do Nordeste foi fixado em R$ 430,14/MWh, alta de 18%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 31 de março, pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e são válidos para o período entre 1º e 7 de abril.

No Norte, o PLD segue no valor mínimo (R$ 33,68/MWh). Os limites de intercâmbio referentes ao envio de energia pelo Norte e recebimento pelo Nordeste são atingidos, o que descola os preços destes submercados frente aos demais.

As afluências previstas para o Sistema em março ficaram em 66% da Média de Longo Termo – MLT, abaixo da média em todos os submercados: Sudeste (68%), Sul (85%), Nordeste (24%) e Norte (84%). Em abril, as ENAs são esperadas em 63% da MLT, também abaixo da média em todo o país, principal fator para o aumento dos preços no Sudeste, Sul e Nordeste.

A expectativa de carga para a próxima semana está aproximadamente 1.050 MW médios mais alta com elevação esperada em todos os submercados: Sudeste (+478 MWmédios), Sul (+255 MWmédios), Nordeste (+108 MWmédios) e Norte (+202 MWmédios). Essa previsão também impacta no aumento do PLD da primeira semana de abril.

Já os níveis dos reservatórios do SIN ficaram aproximadamente 2.230 MWmédios abaixo da expectativa, mais um fator decisivo para o aumento do PLD. A redução foi observada em todos os submercados com exceção do Nordeste, cujos níveis subiram 210 MWmédios. Os montantes de energia caíram 2.250 MWmédios no Sudeste, 20 MWmédios no Sul e 170 MWmédios no Norte.

O fator de ajuste do MRE previsto para março é de 106,2% e de 99,6% para abril. Os Encargos de Serviços do Sistema – ESS são esperados em R$ 167 milhões para o mês que se encerra hoje, sendo R$ 115 milhões referentes à segurança energética. Já para abril, o ESS previsto é de R$ 13 milhões com o montante de R$ 12 milhões também associado à segurança energética.

PLD
Sudeste/Centro Oeste
: R$ 431,99/MWh (pesada); R$ 431,99/MWh (média); R$ 415,78/MWh (leve)

Sul: R$ 431,99/MWh (pesada); R$ 431,99/MWh (média); R$ 415,78/MWh (leve)
 
Nordeste: R$ 431,99/MWh (pesada); R$ 431,99/MWh (média); R$ 415,78/MWh (leve)

Norte: R$ 33,68/MWh (pesada); R$ 33,68/MWh (média); R$ 33,68/MWh (leve)
 
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