segunda-feira, 11 de julho de 2016

Incerteza permanece quanto ao sucesso do leilão de transmissão


Em um contexto totalmente oposto ao atual momento dos geradores; na transmissão sobram oportunidades de investimento. Nesta semana, a agência reguladora aprovou o edital de mais um mega-leilão. Em 2 de setembro, serão licitados 6.600 km de linhas e 6.750 MWA em capacidade de subestações que, na previsão da Aneel, exigirão R$ 11,8 bilhões em investimentos. Em disputa estarão um contrato de concessão de 30 anos e uma receita que, se somada, pode chegar a R$ 2 bilhões anuais.
 
"É um leilão desafiador como tem sido os outros", comentou Claudio Sales, presidente do Instituo Acende Brasil. Ele reconhece que houve evoluções importantes para essa disputa, que na sua visão eram causas dos fracassos anteriores. Destacou o fato do BNDES voltar a financiar até 70% dos projetos e o prazo de até 60 meses para operação das obras como pontos positivos, mas lamentou a redução da taxa de retorno, que caiu de 9,5% para 8,5%. "O risco em relação ao retorno é um ponto que ainda acho ameaçador. Revela que o leilão ainda não se afastou totalmente de uma armadilha.... Isso nos deixa com bastante incerteza quanto ao sucesso do leilão."
 
É inegável o esforço feito pela equipe da Agência Nacional de Energia Elétrica para tentar atrair novamente os investidores aos certames. Contudo, o problema se mostra muito mais desafiador e se complica a cada novo fracasso. Afinal, lotes vazios comprometem o planejamento e a segurança do sistema ao limitar o escoamento da produção de energia já contrata. A consultora Thais Prandini, diretora da Thymos Energia, lamentou as condições apresentadas no edital e disse que esperava coisa melhor. "Imaginava que haveria alguma metodologia nova, alguma coisa que realmente reestruturasse o leilão. Fizeram apenas pequenos ajustes." Para ela, o certame não será diferente do realizado em abril, quando cerca de 40% dos lotes não tiveram interessados.
 
Na opinião de Joisa Dutra, diretora do Centro de Regulação em Infraestrutura da Fundação Getúlio Vargas, o verdadeiro problema dos leilões de transmissão ainda não foi abordado adequadamente. Ela, que já foi diretora da Aneel, reconhece os esforços da agência, mas acredita que uma solução estrutural para os certames precisa ser melhor estudada. A especialista criticou a metodologia de lotes condicionantes e lotes condicionados, pois acha que isso pode prejudicar ainda mais o sucesso da licitação. "Quando o primeiro lote não sai, cai todo o conjunto... Talvez tivessem outros instrumentos." Joisa, contudo, entende que o setor está em um momento político melhor, com novas pessoas dispostas a enfrentar os problemas.
 
A decomposição dos empreendimentos em lotes menores foi a estratégia encontrada pela agência para atrair novos investidores, já que as grandes empresas espanholas e a Eletrobras não têm mais figurado nas disputas por conta da difícil capacidade financeira. Segundo Mario Miranda, presidente da Associação Brasileira de Grandes Empresas de Transmissão de Energia Elétrica, a média dos últimos certames tem sido de "meio proponente por lote", o que mostra a aversão ao risco dos investidores. Para ele, a indefinição em relação as regras de indenização das transmissões e a incerteza quando aos reais riscos de licenciamento ainda prejudicam os negócios nesse segmento.
 
Por outro lado, Miranda, assim como Sales, elogiaram a subdivisão dos lotes. "A questão da Aneel eleger os projetos condicionantes e condicionados é muito importante, porque mostra que sem determinada obra não adianta dar continuidade a outra. Isso demonstra inteligência nessa aplicação", disse o presidente da Abrate. "Esse conceito de lotes é uma novidade importante que faz bastante sentido", concordou Sales.
 
A reportagem procurou investidores de menor porte para sentir o apetite do mercado. A diretora Comercial da espanhola Cymi Masa, Tatiana Vaccani, que conquistou projetos em leilões realizados em 2014 e 2015, disse que pretende participar da disputa em setembro, mas evitou fazer comentários detalhados uma vez que a empresa ainda está estudando a nova metodologia de encadeamento dos lotes. Da mesma forma, o diretor corporativo do grupo espanhol ACS Industrial, Jaime LLopis, disse que quer continuar ativos nos certames. "Da nossa parte é um setor que temos vontade de continuar fazendo presença, mas estamos analisando essa inovação da maneira de apresentar os lotes." A empresa sagrou-se vencedora de leilões em 2015 e em 2016. Em entrevista ao jornal Valor Econômico nesta semana, a gigante Taesa, veículo de investimentos em transmissão do grupo Cemig, também confirmou presença na disputa.
 
Um bom termômetro para saber o interesse dos participantes é olhar para as negociações que ocorrem nos bastidores. O diretor de GTD da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, Newton Duarte, disse que está otimista. "Estamos detectando através de propostas para a indústria que novos players devem participar desse leilão." "Estou vendo um interesse muito grande. O setor está mais ativo que o de geração...No caso da transmissão, vejo um quadro mais estável e com oportunidades concretas", concluiu.

Leia mais em:  http://canalenergia.com.br/zpublisher/materias/Planejamento_e_Expansao.asp?id=112825

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Payroll supera expectativas do mercado em 107 mil postos; taxa de desemprego vai para 4,9%

O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulgou, na manhã desta sexta-feira (8), que 287 mil novos postos de trabalho foram criados na maior economia do mundo em junho, ante expectativas de 180 mil vagas. Foi o melhor resultado em oito meses, após maio registrar o pior desempenho desde 2010. A taxa de desemprego, por sua vez, subiu de 4,7% para 4,9%, enquanto estimava-se 4,8%.
Os números surpreenderam as expectativas dos especialistas, que já apontavam para uma evolução mais robusta em comparação com os números apresentados nos meses anteriores. Vale destacar que os números de maio foram revistos de 38 mil vagas para 11 mil. O mais recente relatório de emprego também confirma a recuperação da economia americana em ritmo moderado, de modo continuado e estruturado ao longo dos últimos sete anos.
No setor manufatureiro, os payrolls apresentaram uma alta de 14 mil postos depois de queda de 16 mil no mês anterior. 
O mercado sempre observa com atenção os relatórios de emprego dos EUA à espera de indicações sobre uma recuperação mais forte ou mais fraca da economia do país. Se os dados vêm mais altos do que o esperado as interpretações são de que a chance do Federal Reserve elevar os juros mais cedo este ano aumentem.

Leia mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/5290335/payroll-supera-expectativas-mercado-107-mil-postos-taxa-desemprego-vai

quinta-feira, 7 de julho de 2016

FMI afirma que um recessão global é improvável, apesar da do Brexit

Uma nova recessão mundial é improvável, apesar das fortes turbulências geradas pelo voto do Brexit no Reino Unido e no resto da Europa, afirmou a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, em uma entrevista exclusiva à AFP.
A votação britânica a favor da saída da UE revela, além disso, um certo desencanto do cidadão britânico, o que deve levar a União Europeia a ser mais transparente, segundo palavras de Lagarde.
"Esta é uma das principais fontes de perigo por ora, mas não acreditamos que uma recessão mundial seja muito provável", afirmou, ao ser indagada sobre o impacto da decisão britânica.

leia mais em: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20160707/fmi-afirma-que-recessao-global-improvavel-apesar-brexit/390808

quarta-feira, 6 de julho de 2016

EPE: 2º LER tem 1.192 projetos eólicos e fotovoltaicos com 33.225 MW cadastrados

A Empresa de Pesquisa Energética cadastrou 1.192 projetos para o 2º Leilão de Reserva, previsto para ocorrer no dia 28 de outubro. Ao todo são 799 projetos de energia eólica e 393 de energia solar fotovoltaica, somando 33.225 MW em capacidade instalada. A Bahia é o estado com a maior oferta de projetos eólicos, com 242 empreendimentos, que totalizam 6.216 MW em capacidade instalada. O estado ainda tem 97 projetos fotovoltaicos com 2.855 MW.

O Rio Grande do Norte aparece em segundo lugar, com 206 projetos eólicos, que somam 5.118 MW, e 56 fotovoltaicos, com 1.610 MW. O Rio Grande do Sul tem 127 projetos eólicos com 3.087 MW e o Ceará, 71 projetos eólicos (1.955 MW) e 26 fotovoltaicos (746 MW). No mato Grosso do Sul foram cadastrados 1.220 MW de 221 projetos fotovoltaicos. Além destes estados, ainda existem projetos cadastrados no Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Um primeiro LER estava marcado para acontecer em julho, mas não ocorrerá, segundo o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. Ele disse, no entanto, que o leilão de outubro estaria mantido. De acordo com o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético, Eduardo Azevedo, leilão continuará sendo do tipo reserva e deverá contar com as fontes solar e eólica. Portaria com as diretrizes do leilão deverá ser publicada em um mês.

Leia mais em:  http://canalenergia.com.br/zpublisher/materias/Planejamento_e_Expansao.asp?id=112749

terça-feira, 5 de julho de 2016

Barack Obama mostra por que a hora de empreender é agora

As mudanças na economia fazem futuros empreendedores de todo o globo terem receio de levar seu sonho adiante. Esse é, por exemplo, o caso de muitos brasileiros atualmente. Porém, não precisa ser assim. Pelo contrário: o empreendedorismo tem o poder de mudar essa situação, trazendo crescimento e prosperidade para os países. Ele cria mudança, e não apenas mais corporações no mercado.
Quem defende esse posicionamento é ninguém menos que o presidente americano Barack Obama. No evento Global Entrepreneruship Summit 2016, sediado no Vale do Silício, ele conversou com empreendedores sobre a importância de criar negócios – um dos participantes do painel era Mark Zuckerberg, criador da rede social Facebook.
“Vocês [empreendedores] são os que constroem pontes, são a cola que une tudo, (...) que pode ajudar a liderar o caminho para um mundo mais próspero, que gere oportunidades para todos”, afirmou o presidente dos Estados Unidos.
Além de Obama e Zuckerberg, outros três empreendedores participaram da discussão: Mai Medhat, engenheira de software egípcia que criou a Eventtus, loja virtual para quem organiza eventos; Jean Bosco Nzeyimana, de Ruanda, fundador da Habona Limited, que usa biomassa e produtos ambientais descartados para produzir combustíveis sustentáveis; e a peruana Mariana Costa Checa, da Laboratoria, que oferece educação e ferramentas para mulheres de baixa renda trabalharem no setor digital.
Veja, a seguir, o que Obama tem a dizer sobre como a iniciativa empreendedora pode mudar o mundo, por mais sombrio que o quadro atual pareça:

O empreendedorismo estimula o “pensar diferente”

A primeira maneira pela qual o empreendedorismo pode transformar a situação atual é óbvia para os que conhecem o mundo dos novos negócios: por meio da criação de uma cultura que valoriza a criatividade e a inovação.
“[Uma cultura] na qual nós não apenas olhamos para as coisas do jeito que elas sempre foram, mas sim pensamos: ‘como elas poderiam ser? Por que não? Vamos fazer algo novo’”, resume o presidente americano. Isso é especialmente verdade quando falamos de negócios que possuem a inovação no seu DNA, como as startups.
“Para mim, empreendedorismo é criar mudança, e não apenas companhias”, completa Mark Zuckerberg, fundador do Facebook. “Os empreendedores mais eficientes que eu encontrei se importam profundamente com uma missão e uma transformação que eles tentam criar. Muitas vezes eles não começam pensando em montar uma empresa.”

O empreendedorismo faz os países crescerem

Segundo o presidente Barack Obama, o poder do empreendedorismo em transformar a situação vigente nunca foi tão importante. Ter ideias e criar novos negócios é a chave para que os países saiam de situações ruins e possam alcançar a prosperidade – afinal, é preciso fazer diferente para virar o jogo. E, pensando no que falamos no item anterior, quem melhor do que o empreendedor para isso?
“No mundo de hoje, em que as economias passam por mudanças dramáticas; em que negócios não param nas fronteiras; em que tecnologia e automação transformam virtualmente toda a indústria e mudam a forma como as pessoas se organizam e trabalham, o empreendedorismo permanece como a ferramenta para o crescimento”, afirma Obama.

O empreendedorismo diminui a pobreza

Além de mudar indústrias inteiras e atacar desafios globais, os negócios próprios também mudam a realidade empregatícia: pessoas que criam empresas próprias garantem não apenas seu próprio sucesso, mas também criam o meio de sustento para seus empregados e fornecedores, por exemplo.
“A habilidade de transformar uma ideia em realidade – virando uma startup, um pequeno negócio – cria trabalhos que pagam bem; coloca economias emergentes no caminho da prosperidade; e empodera pessoas a se unirem e atacarem os problemas mundiais mais urgentes, da mudança climática até a pobreza”, diz o presidente americano.

O empreendedorismo inclui aqueles que sofrem preconceito

Um negócio próprio pode surgir de duas maneiras: por oportunidade – quando o empreendedor analisa uma tendência e resolve investir nela – ou por necessidade – quando é preciso ter um negócio próprio pela falta de outras opções.
Essa segunda forma de empreender é especialmente verdade para os que sofrem preconceito: segundo Obama, pessoas que antes eram “banidas da ordem social existente” e que “não são parte do ‘clube dos velhos garotos’” criam empreendimentos para buscar mais qualidade de vida.
Como exemplo, o presidente americano cita as mulheres e os negros, que fogem de um mercado de trabalho que pode remunerá-los menos em comparação a outros empregados. “O empreendedorismo oferece um caminho positivo para jovens que buscam a chance de fazer algo de si mesmos, dando a chance de contribuir e liderar (...). O empreendedorismo dá a chance às pessoas de realizar seus próprios sonhos e criar algo maior do que elas mesmas”, completa Obama.
Um estudo global mostra que a desigualdade salarial entre homens e mulheres só será superada no ano de 2133, enquanto os negros brasileiros com ensino superior ganham 47% a menos do que brancos com o mesmo grau de instrução. No nosso país, vale lembrar, os negros já são a maioria no mundo empreendedor.

Leia mais em: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/barack-obama-mostra-por-que-a-hora-de-empreender-e-agora

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Consumo de energia crescerá 3,8% ao ano até 2025, diz EPE

A Empresa de Pesquisa Energética publicou nesta sexta-feira, 1º de julho, o consumo nacional de energia elétrica verificado em maio, que apresentou variação positiva de 0,8% na comparação com igual mês do ano anterior, com taxas positivas nos segmentos residencial 3,5% e comercial (0,6%) e taxa negativa no segmento industrial (-3,2%). A EPE ainda revisou suas projeções de demanda para o horizonte 2015/2025. A nova taxa média prevista de crescimento é de 3.8% ao ano.
 
As premissas utilizadas, explicou a EPE, consideram a lenta recuperação dos países desenvolvidos e desaceleração da China, com impacto sobre o crescimento da América Latina via preço das commodities. No âmbito nacional, os ajustes das contas do governo e a baixa confiança dos agentes tendem a limitar o crescimento nos anos iniciais. No horizonte 2015/2025, a EPE calcula crescimento de 3,2% no segmento industrial, 4% no residencial e de 4,5% no comercial. O Brasil deverá chegar 2025 com o consumo batendo 677 TWh. Clique aqui para ler os dados completos sobre o consumo de maio e as projeções revisadas para cada submercado até 2025.
 
Leia mais em: http://canalenergia.com.br/zpublisher/materias/Noticiario.asp?id=112715

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Produção industrial fica estável em maio, ante abril

A produção da indústria nacional ficou estável em maio, na comparação com o mês anterior, feitos os ajustes sazonais, informa a pesquisa mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em abril, a produção aumentou 0,2% sobre março, dado revisado de uma alta inicialmente prevista em 0,1%.
O resultado de maio veio ligeiramente abaixo da média estimada por 23 analistas consultados pelo Valor Data, de alta de 0,1%. O intervalo das estimativas variou de queda de 0,5% a alta de 1,1%.
Ainda assim, com o desempenho de maio, a atividade completou três meses sem leituras negativas. De acordo com o IBGE, esta é a melhor sequência do setor desde o período entre abril a agosto de 2012, quando foram cinco meses de taxas positivas seguidas.
Na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria apontou expansão de 0,6% no trimestre encerrado em maio de 2016, interrompendo a trajetória de queda iniciada em outubro de 2014.
Além disso, após queda de 11,5% no primeiro trimestre, a indústria caminha para um recuo menor no segundo trimestre. O bimestre abril e maio acumula perda de 7,3%, na comparação com igual período do ano passado. No quarto trimestre do ano passado a retração foi de 11,7%, ante igual período do ano anterior.
Ante maio do ano passado, porém, a queda chegou a 7,8%. O recuo foi maior que o registrado em abril, quando a indústria perdeu 6,9%, porém, menor que todas as taxas mensais do primeiro trimestre. Na comparação anual, são 27 taxas negativas seguidas. Em maio do ano passado, nesse mesmo tipo de confronto, a queda foi de 8,5%.
No ano, a produção industrial cai 9,8% e, em 12 meses, recua 9,5%. Nos 12 meses encerrados em abril, a queda foi de 9,6%. É a perda mais intensa desde outubro de 2009 (-10,3).
"Há um cenário melhor do que observado ao longo de 2015, mas ainda assim não nos dá uma reversão do cenário negativo da indústria, até porque as perdas passadas são muito importantes", afirmou o gerente da coordenação de indústria do IBGE, André Macedo.
Categorias econômicas
Em maio ante abril, houve aumento de produção em 12 dos 24 segmentos pesquisados pelo IBGE. As maiores altas ocorreram em outros equipamentos de transporte (9,5%), veículos (4,8%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos (4,3%), perfumaria (3,6%) e metalurgia (3,4%). Já as principais quedas ficaram com fumo (-12,7%), coque, derivados do petróleo e biocombustíveis (-8,2%), produtos alimentícios (-7%) e máquinas e aparelhos e materiais elétricos (-3,7%).
Na mesma comparação, a produção de bens de capital aumentou 1,5%, feitos os ajustes sazonais. Já a produção de bens intermediários caiu 0,7%, enquanto a de bens duráveis teve alta de 5,6%. A fabricação de bens semi e não duráveis recuou 1,4%.
Ante maio do ano passado, a produção de bens de capital diminuiu 11,4%. Já a produção de bens intermediários caiu 8,1%, enquanto a de bens duráveis teve queda de 17,4%. A fabricação de bens semi e não duráveis recuou 2,1%.
Em 12 meses, a produção de bens de capital recua 26,9%. Já a produção de bens intermediários caiu 7,6%, enquanto a de bens duráveis teve queda de 22,4%. A fabricação de bens semi e não duráveis recuou 4,9%.

Leia mais em: http://www.valor.com.br/brasil/4621271/producao-industrial-fica-estavel-em-maio-ante-abril